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Num a-Denys Fustel de Coulanges (). Título original Prefácio: 9. LIVRO PRIMEIRO: Antigas Crenças: 16 Capítulo VI: Os deuses da cidade: A CIDADE ANTIGA A CIDADE ANTIGA Fustel de Coulanges Tradução .. LIVRO PRIMEIRO Crenças antigas CAPÍTULO I Crenças sobre a alma e sobre a. A cidade antiga - Para compreender a formação da sociedade e o concetio de civilização, Fustel de Coulanges busca respostas aprofundadas na cultura.

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Cabe ao filho a sucesso da propriedade, obrigaes e dvidas, e como o patrimnio da famlia era indivisvel, quando o pai morria o filho mais velho assumia o lufar do pai e os outros viviam sobre sua tutela. No dia em que Roma quis mostrar-se um pouco severa, descobriu que Tibulo, I, 1, 4. Cornelius Scipio Africanus. Roma e Atenas exigiam que todo estrangeiro adotasse um patrono O homem era alimentado pelo seu chefe; aquele a quem prestava obediência. Esclarece que as geraes mais antigas acreditavam em uma segunda existncia, assim encaravam a morte no como uma aniquilao do ser, mas como simples mudana de vida. In Aristog. Isso nos leva de volta ao culto dos mortos. Essa regra externava a indiviso tanto da famlia quanto do patrimnio. Corpus inscript. Jamais podia ser tutora, mesmo de seus filhos. Anonymous Yn0YbZ5Jq. Entre os hindus essa divindade do fogo comumente chama-se Agni. Desta crença primitiva, surgiu a necessidade de sepultamento, pois acreditava que a alma sem uma sepultura tornava-se perversa, atormentando os vivos com aparições, provocando doenças, advertindo — os que tanto seu corpo como ela própria desejavam uma sepultura.

A CIDADE ANTIGA A CIDADE ANTIGA Fustel de Coulanges Tradução .. LIVRO PRIMEIRO Crenças antigas CAPÍTULO I Crenças sobre a alma e sobre a. A cidade antiga - Para compreender a formação da sociedade e o concetio de civilização, Fustel de Coulanges busca respostas aprofundadas na cultura. Numa-Denys Fustel de Coulanges () Capítulo I: A religião foi o princípio constitutivo da família antiga. Capítulo II: O LIVRO TERCEIRO: A Cidade. Compre o livro «A Cidade Antiga» de Fustel de Coulanges em iranyszekelyfold.info 10% de desconto em CARTÃO. Fustel De Coulanges - A Cidade Antiga - documento [*.pdf] A CIDADE ANTIGA 28 LIVRO SEGUNDO – A família I. A religião como principal.

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Muitos plebeus juntaram-se ao rei, e ligaram-se ao seu destino Ela outorgava-lhe direitos que pareciam sagrados.

Somente eles podiam ser sacerdotes ou arcontes. A volta ao regime patriarcal suspendera quase por toda parte a vida nacional. Os homens viviam separados, e tinham poucos interesses comuns. Por esse costume podemos notar, a esse respeito, que entre os antigos. Uma aristocracia semelhante foi por muito tempo soberana em Mileto e em Samos. Conciliou-se, portanto, o regime da gens com o da cidade.

E quando menos se esperava, estava terminada. Singuli singulas familias incipiunt habere — diz o jurisconsulto. Seu culto teve supremacia sobre os demais. Com o tempo, conseguiu-o; a clientela transformou-se, e acabou por desaparecer. Assim, nada lhe pertence. O cliente, como o servo, fica sujeito a um senhor, de pai a filho. O cliente dobra-se sob essa autoridade, ao mesmo tempo material e moral, que o liga de corpo e alma.

Viam que fora dela existia uma sociedade, regras, leis, altares, templos, deuses. Mais tarde, deu-se a cada um deles um lote de terra particular. Seus suores encontraram assim alguma recompensa, e sua vida tornou-se ao mesmo tempo mais livre e mais altiva. Fez mais. Continua sujeito ao senhor. O liberto, de nome. O liberto, portanto, lembra exatamente o antigo cliente. Aspirava libertar-se da gens , e ingressar na plebe, onde seria livre. Na primeira parte da luta, a vantagem estava do lado da aristocracia de nascimento.

Citemos alguns exemplos. Um tirano de Corinto pediu certo dia a um tirano de Mileto conselhos para bem governar. Assim, sua regra de conduta era derrubar os que se distinguiam, e ferir a aristocracia apoiando-se no povo. O medo dos poderosos confirma os desejos da plebe. A classe inferior cresceu pouco a pouco. Singular novidade! Renunciou aos tiranos logo que sentiu possuir em si os elementos capazes de melhor governar. Esses foram os deuses da democracia. Uma vez conquistado o poder, expulsou os grandes, ocupou suas casas, ou se contentou em decretar igualdade de direitos.

Em outros lugares, a classe inferior, sem revoltas nem desordens, conquistou gradualmente suas finalidades. Mas como tudo isso mudou! Havia ainda homens que se divertiam contando seus antepassados, mas eram ridicularizados 9. Desse modo a cidade antiga foi-se transformando gradativamente. Tudo isso de nada serviu. Seguindo o exemplo de muitas cidades gregas, desejou um tirano. Essas tribos e demos assemelharam-se aparentemente a antigas tribos e gentes.

Mas os novos grupos diferenciaram-se dos antigos em dois pontos essenciais. A sociedade ateniense estava completamente transformada Que acontecia a esses homens, levados juntamente com os despojos?

Quanto aos demais, parte ingressava na clientela dos grandes ou do rei, parte era relegada para a plebe. Realeza e plebe logo sentiram que tinham os mesmos inimigos. O que foi ainda mais grave foram as leis que promulgou em favor da plebe, coisa que jamais existira antes. Todos os habitantes livres de Roma, todos os que faziam parte das novas tribos, passaram a figurar no ato sagrado.

Todas essas reformas mudavam singularmente o aspecto da cidade romana. Juntamente com a realeza, a plebe foi vencida.

Deve ter havido alguma tentativa nesse sentido. Roma perdia a metade dos soldados. Que aconteceria a ela, em meio de latinos, sabinos e etruscos, todos inimigos? A palavra sacrossanto designava algo bem preciso na linguagem religiosa dos antigos. Longe dele, os plebeus podiam ser maltratados.

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Os tribunos, naturalmente, tornaram-se chefes da plebe, e se apoderaram do direito de julgar. Nada lhes autorizava a convocar a plebe: mas eles o fazem. Nada os chamava ao senado: mas eles ali tomaram assento, primeiro na porta da sala, depois no interior do recinto.

O patriciado desarmara-se no dia em que declarara, com ritos solenes, que quem quer que tocasse em um tribuno tornava-se impuro. Deliberavam apenas acerca dos interesses da plebe, nomeavam os chefes plebeus, e faziam plebiscitos.

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Havia dois povos em Roma. O plebeu nem sempre era pobre. Os costumes tendiam para a igualdade. Como ignorava esse costume, teve medo. Entendeu-se com o genro, e ambos se puseram a trabalhar com a mesma finalidade. O direito se modifica e evolui, como qualquer obra humana. Mas eis que a sociedade se transforma.

Assim o direito mudou de natureza. Ela queria que tudo isso desaparecesse. Este foi o primeiro golpe que o direito romano vibrou sobre a autoridade paterna. Essa forma de testamento tinha a grande vantagem de ser permitida ao plebeu.

Mas se afastava desse direito antigo quando lhe permitia reaver seu dote Mais uma lei do antigo direito patriarcal que desaparecia. Para um novo estado social surgia um novo direito. No fundo, tudo estava mudado. Essa regra ficava acima dos magistrados, acima mesmo das leis; foi a soberana da cidade.

O que ficara outrora em segundo plano, passou para o primeiro. Eram os estrategos. O que tinha em si de sacerdotal foi aos poucos desaparecendo.

Qual podia ser essa nova aristocracia? O mesmo aconteceu em Roma. Em toda parte ela sempre procurou ser a classe militar, encarregando-se de defender as cidades ao mesmo tempo em que as governavam. Muitas vezes, ao voltar de uma campanha, ela voltava para cidade dizimada e enfraquecida, e.

Tal foi a origem da democracia ateniense. Esparta temia a guerra. Os plebeus caluniavam o senado de Roma quando o censuravam por estar sempre a procurar novas guerras. Acrescentemos ainda que a maior parte dessas magistraturas repetiam-se em cada uma das tribos e em cada demo. Os magistrados sacerdotes eram escolhidos por sorte. Estavam acostumados a respeitar o Estado, e todos os que, nos diversos cargos, o representavam.

Este era o verdadeiro soberano. O povo sentava-se em bancos de pedra. Seja maldito aquele que nos der maus conselhos, que pretender mudar os decretos ou as leis, ou que revelar nossos segredos ao inimigo 4! O orador, diga o que disser, pode sempre chegar ao fim do discurso.

O povo se dispersava, sem ter o direito de votar 8. Havia uma lei, pouco aplicada, na verdade, que punia todo orador convencido de haver dado mau conselho ao povo.

No dia fixado, o povo se reunia novamente, e escutava primeiro os oradores encarregados da defesa das leis antigas, e depois os que apoiavam as novas. Mas a nova lei levava para sempre o nome do autor, que podia mais tarde ser perseguido judicialmente, e punido.

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Admiramo-nos por isso de todo o trabalho que essa democracia exigia dos homens. Era um governo muito trabalhoso. Vede como se passa a vida de um ateniense. Quando chegava sua vez, ele se tornava magistrado do demo ou da tribo. Dava-lhe seu sangue na guerra, seu tempo na paz. Antes, devia negligenciar a estes para trabalhar em proveito da cidade.

Os homens passavam a vida a se governar. Por pouco que o zelo se afrouxasse, ela devia ou perecer ou se corromper. Uns enriqueciam por sua atividade e boa sorte, e outros continuavam pobres. O pobre tinha igualdade de direitos. Organizou uma guerra em regra contra a riqueza. O que o Estado decidira era o direito. Ambos se olhavam com rancor.

Os ricos tornaram a conquistar a cidade. Pegaram, por sua vez, os filhos dos pobres, besuntaram-nos com piche, e queimaram-nos vivos Na realidade, a verdadeira democracia deixara de existir. A partir do dia em que as necessidades e interesses materiais a invadiram, ela se alterou, se corrompeu. A democracia, com os ricos no poder, tornara-se oligarquia violenta; a democracia dos pobres transformara-se em tirania.

Sob essas duas palavras eram ainda a riqueza e a pobreza que estavam em luta. O tirano sempre combate os ricos. Podemos adivinhar o que pode ser o governo de tal homem.

Esses homens eram com efeito iguais entre si, mas muito superiores a todos os outros. Somente esses iguais podiam tomar parte no governo da cidade. Sabemos que os colonos que fundaram Tarento eram espartanos que haviam desejado derrubar o governo. Os reis tentaram o que nenhuma classe podia realizar. A oligarquia estava mais uma vez salva Favorecida por esse governo, a desigualdade foi crescendo cada vez mais. Ao mesmo tempo, desaparecia a pequena propriedade. Partiu de um rei.

Esse rei, chamado Licurgo, foi por duas vezes derrubado do trono: a primeira vez pelo povo, porque recusava dividir as terras; a segunda vez pela aristocracia, porque desconfiavam de que as queria dividir.

Apoderou-se de Argos. Depois de uma derrota, quis fazer a paz; o povo recusou-se, tanto a causa do tirano era a da democracia! Vimos em tudo o que precedeu como se constituiu o regime municipal entre os antigos. Eram homens ardentes no combate dos velhos erros. Diz ao homem que deve fechar-se em si mesmo, que deve encontrar em si o dever, a virtude, a recompensa. Insensivelmente, os homens se libertavam das regras rigorosas e das formas acanhadas de governo.

O Quirinal recebe o nome dos quirites sabinos ou do deus sabino Quirino. Podia dizer-se latina com os latinos, sabina com os satainos, etrusca com os etruscos e grega com os gregos.

Adotou desde a origem o culto sabino do deus Conso. Roma, portanto, teve a habilidade de se unir pelo culto e pelo sangue a tudo o que a rodeava.

Trouxe para dentro de seus muros os habitantes das cidades vencidas, transformando-os pouco a pouco em romanos.

Dissemos acima que significava esse sentimento na primeira idade das cidades. Roma apoiou por toda a parte a aristocracia, e por toda a parte a aristocracia foi sua aliada. Os senadores tinham lugares reservados nos teatros. Somente os ricos podiam servir na cavalaria. A outra causa era que o romano, mesmo o mais pobre, sentia respeito inato pela riqueza. A cidade, insensivelmente, passava a ser esquecida. Tudo passava-se diferentemente.

Por outra parte eram aliados, foederati ou socii. Eram menos maltratados. O governo era a lei. Nunca se dizia que essa terra fosse sua, mas se dizia que era como sua, pro suo. Mas nenhuma sociedade regular, nenhum sistema de governo substituiu imediatamente o que desaparecia. Houve uma pausa entre o momento em que os homens viram o regime municipal dissolver-se, e aquele em que viram nascer outro modo de sociedade.

No dia em que Roma quis mostrar-se um pouco severa, descobriu que A guerra que se seguiu chamou-se guerra social ; com efeito, eram os aliados de Roma que tomavam armas para deixar de ser aliados, e tornar-se romanos.

Uma jerarquia habilmente combinada entre essas cidades marcava os graus pelos quais elas deviam aproximar-se insensivelmente de Roma, para enfim assimilarem-se a ela. Distinguiam-se: 1. Cada cidade conservou primeiramente as formas e o mecanismo do regime municipal. O regime municipal morreu assim lentamente, e como de morte natural. Assim caiu o regime municipal. Devemos parar no momento em que as velhas formas da sociedade que a antiguidade havia estabelecido desapareceram para sempre.

Mas, pouco a pouco, como vimos, a sociedade se modificou. O cristianismo trazia ainda outras novidades. Toda uma metade do homem lhe escapava. Colocou-se fora do direito, como fora de tudo o que fosse puramente terrestre.

Ela desaparece, e a sociedade humana muda de aspecto. Esta foi a lei dos tempos antigos. VII, Catulo, C. Juvenal, VII, Marcial, I, 89; V, 35; IX, Plutarco, Quest. Lebas, Monum. Welcker, v. Heitz, t. IV, p. Plutarco, Proverb.

Orelli, n. Os latinos chamavam o mesmo altar de vesta, ara ou focus. Nonius Marcellus, ed. Quicherat, p. Tibulo, I, 1, 4. Plauto, Captiv. Mercator V, 1, 5. Tibulo, I, 3, Plutarco, Fragmentos, Com. Columela, XI, 1, II, 5, 6. Dinarca, In Aristog. Langlois, t. Vide o Mitakchara, trad. Orianne, p. Veremos mais adiante que essas velhas leis foram modificadas.

Iseu, De Philoctem, hered. Photius Blblioth. Festo, v. Juvenal, X, Gaio, I, Mitakchara, trad.

Resumo de A Cidade Antiga - Resumo Do Livro - Fustel de Coulanges

Luciano, Timon, Alcifron, I, I; Plutarco, Licurgo, Leis de Manu, IX, Leis de Manu, II, Antiphon, Fragm. Luciano, XXIX, o filho deserdado. Didot, p. Gaio, Instit. Digesto, liv. Goez, p. Vide Fragm. Lachmann, p. Didot, t. Plutarco, Instituta laconica, II, 9, 7.

Easa regra desapareceu pouco a pouco, quando o bramanismo passou a dominar. Vide mais adiante, liv. IV, c. II, Everriator Ed. Dei, III, Iseu dafendeu a filha. Gaio, I, , Lar Porsenna, Lar Tolumnius. Iseu, De Meneclis hered.

Iseu, De Pyrrhi hered. DIgesto, liv. Todas essas regras do direito primitivo foram modificadas pelo direito pretoriano. Gaio, I, , , VI, Ulpiano, X, 1. O pai nesse caso perdia seu poder sobre o filho.

A CIDADE ANTIGA DE FUSTEL DE COULANGES: UM ESTUDO DAS BASES LEGITIMADORAS DO DIREITO NA ANTIGUIDADE

Vide Ross, Inscr. Digesto, De in jus voc. Vide Plutarco, Temist. Boeckh, Corp. Ross, Demi Attici. Propudi, ed. Apiano, Annib. II, cap. O agnatus era membro do ramo, o gentills o era da gens. Familiam dicimus omnium agnatorum, diz Ulpiano, no Digesto, Liv. Disso resulta que o liberto sempre tinha deveres para com o antigo senhor. II, p. Cratino em Ateneu, XI, 3. Iseu, De Philoct. II, ed. Kohler, n. Parece que entre os hindus os Pitris foram anteriores aos Devas. Plutarco, Teseu, 23; Vida dos dez oradores, Licurgo, c.

Diodoro, V, Apolodoro, III, I, A necessidade de ser inscrito em uma fratria, antes de fazer parte da cidade, deriva da lei citada por Dinarca Oratores attici, coll. Quadrata, p. IV, Festo, ed. O lar mais tarde foi mudado para outro lugar. Corpus inscript. Deorum, III, Diodoro, XI, Festo, p. Apiano, G. Fastos, II, Teseu era deus em Atenas, que levantou um templo para acolher seus despojos.

Leis, XI, p. VI, Fllocoro, fragm. A palavra epulum empregava-se propriamente para os banquetes em honra dos deuses. Amburbiales, ed. II, elegia 1. VIII, Hiponax, ed. Bergk, fragmento Plutarco, Cato major, Plutarco, De defectu oracul. Id, In Ctesiph. Era costume antigo. XIV, 4. Vide em Xenofonte Resp. Xenofonte, Resp. Plutarco, Licurgo, Quintiliano, I, Contra Colotes, Censorino, Solino, II, 9.

LIVRO PARA DE A CIDADE ANTIGA BAIXAR FUSTEL COULANGES

Reiske, t. VI, p. Reiske, p. Lac, In Aristog. Ateneu, XIII, Ulpiano, V, Paulo, II, 9.

Licurgo, In Leocratem, Asconius ed. Orelli, p. Na cidade a lei, assim como o rei, foi a conseqüência da crença sendo aplicada aos homens.

A Cidade Antiga. Rio de Janeiro: Ediouro. Fundamentos de História do Direito.

Belo Horizonte: Del Rey. Casamento e regime de bens I. Nova Lei de Abuso de Autoridade. Empregador tem responsabilidade civil objetiva em acidentes de trabalho nas atividades de risco. Cancelamento de TV por assinatura pessoalmente ou pela internet.

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