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para contar aos discípulos do Senhor e a Pedro o que acontecera. Oh! "E . i Compilado do livro Doze Cestos Cheios (volume 1) de Watchman Nee, publicado. Livro e a iranyszekelyfold.info-watchman iranyszekelyfold.info .. Baixar O Homem, Deus E a Religião ( PDF, EPub, Mobi) by Carlos Eduardo C. Dos Anjos Cadú. livro-ebook-frutifique-onde-deus-te-plan. Adobe Acrobat livro-ebook- iranyszekelyfold.info Adobe Acrobat . E a Pedro - Watchman Nee (livreto). doc.r.

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LIVRO PEDRO NEE WATCHMAN E BAIXAR A

A vida do crente sempre apresenta três aspectos: um que se refere a Deus, outro ao ser humano, e outro aos poderes satânicos. Digitalizado por Luis Carlos. Doze Cestos Cheios. Eis a origem deste livro. O Sangue purifica os nossos pecados, enquanto que a Cruz atinge a raiz da nossa capacidade de pecar. Todas as referncias a ela se encontram no tempo aoristo do Grego, tempo que significa "feito de uma vez para sempre", "eternamente passado" ver Rm 6. Do princípio ao fim, O Cristo Todo-inclusivo encoraja aqueles que buscam Deus a experimentarem e a desfrutarem diariamente Cristo como a boa terra, para o cumprimento do propósito eterno de Deus. A carne, por mais educada, culta e melhorada que seja, continua sendo carne. Se Deus est satisfeito com o Sangue, logo, deve ser aceitvel o Sangue. O versículo 8 prossegue dizendo-nos que Ele nos salvou pela graça. No nos mandam alcanar aquela posio, porque j estamos l; a ordem permanecermos onde j fomos colocados. Dessa forma vemos que Deus ama ao mundo. Certa mulher chinesa queimou o brao gravemente e foi levada ao hospital. Desde que um homem tenha-se apartado de Deus, ele é um pecador.

Livro e a iranyszekelyfold.info-watchman iranyszekelyfold.info .. Baixar O Homem, Deus E a Religião ( PDF, EPub, Mobi) by Carlos Eduardo C. Dos Anjos Cadú. livro-ebook-frutifique-onde-deus-te-plan. Adobe Acrobat livro-ebook- iranyszekelyfold.info Adobe Acrobat . E a Pedro - Watchman Nee (livreto). doc.r. Watchman Nee: livros, downloads dos ebooks, comparar e baixar pelos dos exemplos dos ministérios de Pedro (lançador de redes) Paulo (edificador. Clique Aqui Para Baixar esse Livro. Sinopse: O Que é A maior das exigências é que obedeça”, diz Watchman Nee. Nas páginas deste . E a Pedro (livrete). 03 - O Poder Latente da Alma - Watchman iranyszekelyfold.info 33 - A Existência e a Pessoa do Espírito Santo - Severino Pedro da iranyszekelyfold.info

Dispensacionalismo: Autores que influenciaram as interpretações dispensacionalistas incluem G. Pember, Robert Govett e D. Nacionalismo: O Pequeno Rebanho começou no meio do esforço da China por uma independência total. O povo chinês tinha ligado estreitamente o Cristianismo com o imperialismo Ocidental.

Ele também tinha plena ciência da inabilidade da igreja em geral para satisfazer a necessidade espiritual do povo. Cristocêntrica: Um dos pontos mais fortes da teologia de Nee é a sua ênfase sobre Cristo. Sola Scriptura: Durante uma época na qual a Bíblia era tratada de forma cética, os sinceros esforços de Nee para sustentar o princípio reformado do Sola Scriptura deve ser recomendado.

Isso era o que ele e seus cooperadores tinham causado no reavivamento da Igreja Chinesa, diferentemente das características de outros reavivamentos. Nee escreve:. De acordo com J. Nee é um tricotomista. Por todos os seus escritos, ele categorizou o homem em três partes: corpo, alma e espírito. A saber, o espírito controla a alma e o alma controla o corpo. O espírito é superior à alma, e a alma é superior ao corpo. A Queda resultou no corpo controlando a alma do homem, a qual, conseqüentemente, controla o espírito.

Segundo Lee, Nee sustentava um dualismo ético-religioso. Precisamos permanecer em contato com nossa cultura e ao mesmo tempo usar a verdade da Bíblia para iluminar, desafiar e transcender nossa cultura. Seu ensino sobre a igreja é muito exclusivo. Ele considerava as denominações como organizações pecaminosas e caídas.

Nee cria que a igreja deve ser estabelecida de acordo com sua localidade. O apóstolo estabeleceu presbíteros em cada localidade. Especialmente em Apocalipse, as sete igreja mencionadas tinham cada uma delas seu próprio candeeiro; cada igreja é autônoma e financeiramente independente uma da outra. Nee ensinava que as igrejas em nossa era tinham esquecido os princípios bíblicos. Portanto, devemos voltar à Bíblia e servir a Deus de acordo com os princípios lançados pelos apóstolos. Contudo, a Bíblia sempre foi verdadeira, nunca cobrindo as falhas dessas pessoas a quem Deus usou.

Da mesma forma, meu tio teve falhas. Onde o pecado abundou, superabundou a graa, e, como o pecado reinou na morte, do mesmo modo a graa pode reinar por meio da justia para a vida eterna por Jesus Cristo, nosso Senhor Romanos 5. O nosso desespero est em Ado; a nossa esperana est em Cristo. O processo divino da libertao Deus certamente deseja que estas consideraes nos levem libertao prtica do pecado.

Paulo deixa isto bem claro ao iniciar o captulo 6 desta carta com a pergunta: "Permaneceremos no pecado? Como podia um Deus santo ter satisfao em possuir filhos no santos, presos com os grilhes do pecado? E, por isso, "como viveremos ainda no pecado? Deus ofereceu, portanto, proviso certa e adequada para que fossemos libertados do domnio do pecado.

Mas aqui est o nosso problema. Nascemos pecadores; como podemos extirpar a nossa hereditariedade pecaminosa? Desde que nascemos em Ado, como podemos sair dele, livrando-nos dele? Quero afirmar de imediato que o Sangue no nos pode tirar para fora de Ado. H somente um caminho. Desde que entramos nele pelo nascimento, devemos sair dele pela morte. Para nos despojarmos da nossa pecaminosidade, temos que nos despojar da nossa vida.

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A escravido ao pecado veio pelo nascimento; a libertao do pecado vem pela morte - e foi exatamente este o caminho de escape que Deus ofereceu. A morte o segredo da emancipao. Estamos mortos para o pecado Rm 6. Como, afinal, podemos ns morrer? Alguns de ns procuramos, mediante grandes esforos, libertar-nos desta vida pecaminosa, mas a achamos muito tenaz. O caminho de sada no nos matarmos, e sim, reconhecer que Deus em Cristo cuidou da nossa situao. Se, porm, Deus solucionou nosso caso "em Cristo Jesus", logo temos que estar nEle, para que isto se torne realidade eficaz, e assim surge problema igualmente grande.

Como podemos "entrar" em Cristo? No temos mesmo meio algum de entrar nEle, mas o que importa que no precisamos tentar entrar, porque j estamos nEle. Deus fez por ns o que no poderamos fazer por ns mesmos.

Ele nos colocou em Cristo. Quero recordar I Co 1. Graas a Deus! No nos incumbe sequer de divisar um caminho de acesso ou elaborar um plano. Deus fez os planos necessrios. No s planejou como tambm executou o plano. Estamos nEle; portanto, no precisamos procurar entrar. Se isto verdade, seguem-se certos resultados.

Na ilustrao do captulo 7 de Hebreus vimos que "em Abrao" todo Israel e, portanto, Levi, que ainda no nascera ofereceu o dzimo a Melquisedeque. No fizeram esta oferta separada e individualmente, mas estavam em Abrao quando este fez a oferta, e, ao faz-la, incluiu, nesse ato, toda a sua semente. Isto , pois, uma verdadeira figura de ns prprios "em Cristo".

Quando o Senhor Jesus estava na Cruz, todos ns morremos no individualmente, porque ainda nem tnhamos nascido mas, estando nEle, morremos nEle. Quando Ele foi crucificado, todos ns fomos.

O prprio Deus nos colocou em Cristo e, tratando com Cristo, Deus tratou com toda a raa. O nosso destino est ligado ao Seu. Pelas experincias por que Ele passou, ns igualmente passamos, porque estar "em Cristo" significa ter sido identificado com Ele, tanto na Sua morte como na Sua ressurreio. Ele foi crucificado; o que, ento, sucedeu conosco? Devemos pedir a Deus que nos crucifique? Quando Cristo foi crucificado, ns fomos crucificados; sendo a Sua crucificao passada, a nossa no pode situar-se no futuro.

Desafio qualquer pessoa a encontrar um texto no Novo Testamento que nos diga ser futura a nossa crucificao. Todas as referncias a ela se encontram no tempo aoristo do Grego, tempo que significa "feito de uma vez para sempre", "eternamente passado" ver Rm 6.

E como um homem no poderia se suicidar nunca pela crucificao, por ser fisicamente impossvel, assim tambm, em termos espirituais, Deus no requer que nos crucifiquemos a ns prprios. Fomos crucificados quando Ele foi crucificado, pois Deus nos incluiu nEle na Cruz.

A nossa morte, em Cristo, no meramente uma posio de doutrina, um fato eterno. A Morte e a Ressurreio dEle so representativas e inclusivas Quando o Senhor Jesus morreu na Cruz, derramou o Seu Sangue, dando assim a Sua vida, isenta de pecado, para expiar os nossos pecados e assim satisfez a justia e a santidade de Deus. Tal ato constitui prerrogativa exclusiva do Filho de Deus. Nenhum homem poderia participar dele. A Escritura nunca diz que ns derramamos o nosso sangue juntamente com Cristo.

Na Sua obra expiatria, perante Deus, Ele agiu sozinho. Ningum poderia participar dele com Ele. O Senhor, no entanto, no morreu apenas para derramar o Seu sangue: morreu para que ns pudssemos morrer. Morreu como nosso Representante. Na Sua morte Ele incluiu a voc e a mim.

Freqentemente usamos os termos "substituio" e "identificao" para descrever estes dois aspectos da morte de Cristo.

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A palavra "identificao" muitas vezes boa; pode, porm,. Concordo que a palavra verdadeira, mas deve ser empregada mais tarde.

Watchman Nee - A vida cristã normal.pdf

E aquilo que Deus fez, incluindo-me em Cristo, que importa. A morte do Senhor Jesus inclusiva, e Sua ressurreio igualmente. Examinando o primeiro captulo de I Corntios, estabelecemos que estamos "em Cristo", e agora, mais pelo fim da Carta, veremos algo mais sobre o significado disto.

Em I Co A Escritura no se Lhe refere como o segundo Ado e sim, como o "ltimo Ado", nem se Lhe refere como o ltimo Homem, e sim, como "o segundo Homem".

Note-se esta diferena, que encerra uma verdade de grande valor. Como o ltimo Ado, Cristo a soma total da humanidade; como o segundo Homem, Ele a Cabea de uma nova raa. De modo que temos aqui duas unies, referindo-se uma Sua morte e outra Sua ressurreio. Em primeiro lugar, a Sua unio com a raa, como "o ltimo Ado", comeou, historicamente, em Belm, e terminou na Cruz e no sepulcro.

E ali reuniu em Si mesmo tudo o que era de Ado, levando-o ao julgamento e morte. Em segundo lugar, a nossa unio com Ele, como "o segundo Homem", comea com a ressurreio e termina na eternidade, ou seja, nunca, pois, tendo acabado por meio da Sua morte com o primeiro homem em quem se frustrara o propsito de Deus, ressuscitou como o Cabea de uma nova raa de homens, em que ser plenamente realizado aquele propsito.

Quando, portanto, o Senhor Jesus foi crucificado, foi no Seu carter de ltimo Ado, reunindo em Si e anulando tudo o que era do primeiro Ado. Como o ltimo Ado, ps termo velha raa como o segundo Homem, inicia a nova raa. Morremos nEle, como o. A Cruz , pois, o poder de Deus que nos transfere de Ado para Cristo.

A nossa velha histria termina com a Cruz; a nossa nova histria comea com a Ressurreio. A Cruz pe termo primeira criao, e por meio desta morte surge a nova criao em Cristo, o segundo Homem. Se estamos "em Ado", tudo quanto em Ado est, necessariamente recai sobre ns. Torna-se involuntariamente nosso, pois nada precisamos fazer para disto participarmos. Sem esforo, sem perdermos a calma, sem cometermos mais alguns pecados, vem sobre ns independentemente de ns mesmos.

Da mesma forma, se estamos "em Cristo", tudo o que h em Cristo nos atribudo pela livre graa, sem esforo nosso, e, simplesmente, pela f. Embora seja a pura verdade dizer que em Cristo temos tudo quanto precisamos, pela livre graa, talvez isto no nos parea muito prtico. Como se pode tornar realidade em nossa experincia? Descobrimos atravs do estudo dos captulos 6, 7 e 8 de Romanos que so quatro as condies para se viver uma vida crist normal: a Sabendo; b Considerando-nos; c Oferecendo-nos a Deus; d Andando no Esprito.

Estas quatro condies se nos apresentam nesta mesma ordem. Se quisermos viver aquela vida, teremos que dar todos estes quatro passos. No um, nem dois, nem trs, mas os quatro. Senhor, pelo Seu Esprito Santo, iluminar o nosso entendimento e buscaremos o Seu o auxlio, agora, para dar o primeiro grande passo.

A nossa morte com Cristo, um fato histrico A passagem do nosso estudo agora Rm 6. Aqui se v que a morte do Senhor Jesus representativa e inclusiva. Na Sua morte, todos ns morremos. Nenhum de ns pode progredir espiritualmente sem perceber isto. Assim como Cristo levou os nossos pecados sobre a Cruz, tampouco podemos ter a santificao sem termos visto que nos levou a ns prprios na Cruz. No somente foram colocados sobre Ele os nossos pecados, mas tambm foram includas nEle as nossas pessoas.

Como se recebe o perdo? Compreendemos que o Senhor Jesus morreu como nosso Substituto, e que levou sobre Ele os nossos pecados, e que o Seu sangue foi derramado para nos purificar. Quando percebemos que todos os nossos pecados foram levados sobre a Cruz, o que fizemos? Dissemos, porventura: "Senhor Jesus, por favor, vem morrer pelos meus pecados"? No, de forma alguma; apenas demos graas ao Senhor.

No Lhe suplicamos que viesse morrer por ns, porque compreendemos que Ele j o tinha feito. Esta verdade que diz respeito ao nosso perdo tambm diz respeito nossa libertao. A obra j foi feita. No h necessidade de orar, e, sim, apenas de dar louvores. Deus nos incluiu a todos em Cristo, de modo que quando Cristo foi crucificado, ns tambm o fomos. No h, portanto, necessidade de orar: "Sou uma pessoa muito m; Senhor, crucifica-me, por favor".

Apenas precisamos louvar ao Senhor por termos morrido quando Cristo morreu. Morremos nEle: louvemo-Lo por isso e vivamos luz desta realidade. Voc cr na morte de Cristo? Ento, a mesma Escritura que diz que Ele morreu por ns diz tambm que ns morremos com Ele. Prestemos ateno a este fato: "Cristo morreu por ns" Rm 5.

Esta a primeira declarao que se nos apresenta com toda a clareza, a segunda, porm, no menos clara: "Foi crucificado com ele o nosso velho homem" Rm 6. Quando somos ns crucificados com Ele? Qual a data da crucificao do nosso homem velho?

Foi ontem? Ou hoje? Talvez nos facilite considerar de outra forma a afirmao de Paulo, dizendo: "Cristo foi crucificado com isto , ao mesmo tempo que o nosso homem velho". Foi Cristo crucificado? Ento como pode ser diferente o meu caso? Se Ele foi crucificado h quase dois mil anos, e eu com Ele, pode se dizer que a minha crucificao ocorrer amanh? Pode a Sua ser passada e a minha, presente ou futura?

Graas a Deus, porque quando Ele morreu na Cruz, eu morri com Ele. No morreu apenas em meu lugar, e, sim, levou-me com Ele Cruz, de forma que, quando Ele morreu, eu morri com Ele. E se eu creio na morte do Senhor Jesus, posso tambm crer na minha prpria morte, to seguramente como creio na dEle. Por que acredita que o Senhor Jesus morreu?

Qual o fundamento da sua f? No, voc nunca o sentiu. Quando o Senhor foi crucificado, dois ladres foram crucificados ao mesmo tempo. No duvida de que eles foram crucificados com Ele, porque a Escritura o afirma de modo absolutamente claro.

Assim tambm, cr na morte do Senhor, porque a Palavra de Deus a declara. Crendo na morte do Senhor Jesus, e na morte dos ladres com Ele, o que cr a respeito da sua prpria morte? A sua crucificao mais ntima do que a destes.

Foram crucificados ao mesmo tempo que o Senhor, mas em cruzes diferentes, enquanto voc foi crucificado na mesma Cruz com Ele, porque estava nEle quando Ele morreu. Como pode saber disto? No depende daquilo que voc sente. Cristo morreu, quer voc sinta isso, quer no sinta.

Ns tambm morremos, independentemente do que sentimos quanto a isso; trata-se de fatos divinos: que Cristo morreu, um fato, que os dois ladres morreram, outro, e a nossa morte igualmente um fato. Posso afirmar: "Voc j morreu". J est posto de parte, eliminado! O "Eu" que voc aborrece ficou na Cruz, em Cristo.

E "quem morreu, s justificado est do pecado" Rm 6. E este o Evangelho para os cristos! A nossa crucificao jamais se tornar eficaz atravs da nossa vontade, do nosso esforo, e sim, unicamente por aceitarmos.

Os nossos olhos devem estar abertos obra consumada no Calvrio. Talvez voc tenha procurado, antes de receber a salvao, salvar-se a si mesmo, lendo a Bblia, orando, freqentando a Igreja, dando ofertas. Depois, um dia, se lhe abriram os olhos e voc percebeu que a plena salvao j lhe fora provida na Cruz.

Voc simplesmente a aceitou, agradecendo a Deus, e ento seu corao foi permeado pela paz e alegria. Ora, a salvao foi dada na mesma base que a santificao: recebemos a libertao do pecado do mesmo modo que recebemos o perdo dos pecados. O modo de Deus operar a libertao inteiramente diferente dos processos a que o homem recorre. O homem se esfora por suprimir o pecado, procurando venc-lo: o processo divino consiste em remover o pecador.

Muitos cristos se lamentam das suas fraquezas, pensando que, se fossem mais fortes, tudo lhes iria bem. A idia de que seja a nossa fraqueza que nos causa os malogros na tentativa de viver uma vida santa, e de que se exige da nossa parte mais esforo, conduz naturalmente a este conceito falso do caminho da libertao. Se o poder do pecado e nossa incapacidade de venc-lo que nos preocupa, conclumos que o que nos falta mais poder.

Tal conceito, porm, est completamente errado, e no o cristianismo. O meio divino de nos libertar do pecado no consiste em nos fazer cada vez mais fortes, mas antes em nos tornar cada vez mais fracos.

Certamente se pode dizer que esta uma forma de vitria bastante estranha, mas essa a maneira de Deus agir em ns. Deus nos livra do domnio do pecado, no por meio de fortalecer o nosso velho homem, e sim, crucificando-o; no o por ajudlo a fazer coisa alguma, e sim, por remov-lo do campo de ao.

Talvez voc j tenha procurado em vo, durante muitos anos, exercer domnio sobre si prprio, e talvez seja essa sua experincia at agora. Uma vez, porm, que voc percebe a verdade e reconhece que realmente no possui em si mesmo poder algum para fazer seja o que for, passa a saber que quando Deus colocou voc de lado, tudo foi realizado, pondo termo ao esforo humano. O primeiro passo: "Sabendo isto No , de forma alguma, um conhecimento intelectual, mas consiste em abrir os olhos do corao para ver o que temos em Cristo.

Como que voc sabe que os seus pecados esto perdoados? No, voc simplesmente o sabe. Se algum lhe perguntar como sabe, apenas responder: "Eu sei". Tal conhecimento vem por revelao do prprio Senhor. Evidentemente, o fato do perdo dos pecadores est na Bblia, mas para a Palavra de Deus escrita se transformar em Palavra de Deus viva em voc, Deus teve que lhe dar o "esprito de sabedoria e de revelao no pleno conhecimento dele" Ef 1.

Voc precisou ficar conhecendo Cristo deste modo, e sempre assim: h ocasies, relativas a cada nova revelao de Cristo, em que se sabe no prprio corao e se "v" no esprito. Uma luz brilha no seu ntimo de modo que voc fica persuadido do fato. O que verdadeiro acerca do perdo dos pecados no menos verdadeiro a respeito da libertao do pecado. Quando a luz de Deus comea a raiar em nosso corao, vemos que estamos em Cristo.

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No porque algum nos disse isto, nem meramente porque Romanos 6 o afirma. Sabemo-lo porque Deus no-lo revelou pelo Seu Esprito.

Talvez no o sintamos. Sabemos, no entanto, porque o temos visto. Uma vez que temos visto a ns mesmos em Cristo, nada pode abalar a nossa certeza a respeito daquele bendito fato. Se se perguntar a alguns crentes que entraram na vida crist normal, como chegaram a esta experincia, uns diro que foi desta forma, e outros, daquela.

Cada um ressalta a forma especfica como entrou na experincia, e cita versculos para apoi-la; e, infelizmente, muitos cristos procuram usar suas experincias especiais e suas escrituras especiais para combater outros cristos. A verdade, porm, que embora entrem por diferentes caminhos na vida mais profunda, no devemos considerar mutuamente exclusivas as experincias ou doutrinas que sublinham, e antes, complementares.

Uma coisa certa: qualquer experincia verdadeira que tenha valor vista de Deus, teve que ser alcanada atravs de se descobrir algo mais do significado da. Pessoa e da Obra do Senhor Jesus. Esta a prova crucial e absolutamente segura. Paulo nos mostra que tudo depende desta descoberta: "Sabendo isto, que foi crucificado com ele o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destrudo, e no sirvamos o pecado como escravos" Rm 6.

A revelao divina essencial ao conhecimento Assim sendo, nosso primeiro passo buscar da parte de Deus o conhecimento que vem da revelao, no de ns mesmos, mas da obra consumada do Senhor Jesus Cristo na Cruz.

Quando Hudson Taylor, o fundador da Misso para o Interior da China, entrou na vida crist normal, foi da seguinte forma. Ele fala do problema que havia muito estava sentindo: o de saber como viver "em Cristo", como derivar da Videira a seiva para si prprio. Sabia perfeitamente que devia ter a vida de Cristo emanando atravs de si mesmo, e, contudo, sentia que no o tinha conseguido.

Via claramente que as suas necessidades deviam ser satisfeitas em Cristo. Mas, eu no conseguia". Quanto mais procurava entrar em Cristo, tanto mais se achava como que deslizando, por assim dizer, at que um dia a luz brilhou, a revelao veio e ele entendeu tudo. Depois, ao dirigir-se a um amigo que o tinha auxiliado: "No preciso de fazer de mim mesmo uma vara.

Sou parte dEle e apenas preciso crer nisso e agir de conformidade. J h muito, tinha visto esta verdade na Bblia, mas agora creio nela como realidade viva".

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Foi como se alguma verdade que sempre existia se tornasse verdadeira para ele pessoalmente, sob uma nova forma. Outra vez escreve irm: "No sei at que ponto serei capaz de me tornar inteligvel a. Numa palavra, "Eu era cego, e agora vejo". Estou morto e crucificado com Cristo sim, e ressurreto tambm e assunto Deus me reconhece assim, e me diz que assim que me considera.

Ele Quem sabe Oh, a alegria de ver esta verdade! Oro, com todas as foras do meu ser, para que os olhos do teu entendimento possam ser iluminados, para que vejas as riquezas que livremente nos foram dadas em Cristo, e que te regozijes nelas". Realmente, coisa grandiosa ver que estamos em Cristo!

Procurar entrar numa sala dentro da qual j estamos seria criar em ns um senso de confuso enorme pensemos no absurdo de pedir a algum que nos ponha l dentro..

Se reconhecemos o fato de que j estamos dentro, no fazemos mais esforos para entrar. Se tivssemos mais revelao, teramos menos oraes e mais louvores. Muitas das nossas oraes a nosso favor, so proferidas porque somos cegos a respeito daquilo que Deus fez.

Lembro-me de um dia em Xangai quando falava com um irmo bastante exaltado e preocupado quanto sua condio espiritual. Sinto vergonha de mim mesmo. Chamo-me cristo, e, todavia, quando me comparo com outros, sinto que no sou cristo altura, de forma alguma. Quero conhecer essa vida crucificada, essa vida ressurreta, mas no a conheo. No vejo forma de alcan-la". Outro irmo estava conosco e ambos falamos durante duas horas ou mais, tentando levar o homem a ver que nada poderia ter, separadamente de Cristo, mas os nossos esforos no alcanaram xito.

Disse o nosso amigo: "A melhor coisa que se pode fazer orar". Tentamos chamar-lhe a ateno para o fato de que, assim como ele nada fizera em favor da sua prpria justificao, assim tambm ele no precisava fazer coisa alguma a respeito da sua santificao.

Em dado momento, um terceiro irmo muito usado pelo Senhor, entrou e juntou-se a ns. Havia uma garrafa trmica em cima da mesa, e este irmo pegou nela, dizendo: "O que isto? Concede a Tua graa, Senhor, para que eu me torne uma garrafa trmica. Por favor, faze de mim uma! Ela j uma garrafa trmica!

Deus j o incluiu em Cristo; quando Ele morreu, voc morreu; quando Ele ressuscitou, voc ressuscitou. Portanto, voc no pode dizer hoje: Quero morrer, quero ser crucificado; quero ter vida ressurreta.

O Senhor simplesmente olha para voc e diz: "Voc est morto! Voc tem uma vida nova! Voc no necessita de orar ao Senhor pedindo qualquer coisa. Necessita, meramente, de ter os olhos abertos para ver que Ele j fez tudo isso". Eis a questo. No precisamos trabalhar para alcanarmos a morte, nem precisamos esperar para morrer.

Estamos mortos. Agora, s nos falta reconhecer o que o Senhor j fez, e louv-Lo por isso. Uma nova luz desceu sobre aquele homem.

Com lgrimas nos olhos, disse: "Senhor, louvo-Te porque j me incluste em Cristo. Tudo o que dEle meu! E se voc pudesse ter encontrado aquele irmo, mais tarde, que mudana perceberia! A Cruz atinge a raiz do nosso problema Quero recordar, mais uma vez, a natureza fundamental do que o Senhor operou na Cruz, assunto que merece o maior destaque, porque precisamos entend-lo.

Suponha que o governo do seu pas quisesse enfrentar rigorosamente a questo das bebidas alcolicas e decidisse que todo o Pas ficasse sob a "lei seca". Como seria posta em prtica tal deciso? Como poderamos cooperar? Se revistssemos cada loja, cada casa, por todo o pas e destrussemos todas as garrafas de vinho, cerveja ou pinga que encontrssemos, resolveramos assim o problema?

Certamente que no. Poderamos livrar assim a terra de cada gota de bebida alcolica existente na praa, mas, por detrs daquelas garrafas de bebida se encontram as fbricas que as produzem, e se no tocssemos nas fbricas, a produo.

As fbricas produtoras das bebidas, as cervejarias e as destilarias por todo o pas, teriam que ser fechadas se quisssemos resolver de forma permanente a questo do lcool.

Ns somos uma fbrica desta natureza, e os nossos atos so a produo. O Sangue de Jesus Cristo, nosso Senhor, resolveu a questo dos produtos, dos nossos pecados.

De modo que a questo do que temos feito j foi tratada; ser que Deus Se detm aqui? Como se trata daquilo que somos? Fomos ns que produzimos os pecados.

A questo dos nossos pecados foi resolvida, mas como vamos ns prprios ser tratados? Cr que o Senhor purificaria todos os nossos pecados para ento deixar por nossa conta enfrentarmos a fbrica que os produz? Acredita que Ele inutilizaria os produtos e que deixaria por nossa conta a fonte de produo? Fazer tal pergunta responder-lhe. Deus no faz a obra pela metade. Pelo contrrio, inutilizou os produtos e encerrou a fbrica produtora. A obra consumada de Cristo realmente atingiu a raiz do nosso problema, solucionando-o.

Para Deus no h meia medida. Sim, mas voc o sabe de fato? Entramos agora num assunto sobre o qual tem havido alguma confuso entre os filhos do Senhor. Diz respeito quilo que se segue a este conhecimento. Note-se a redao exata de Rm 6. O tempo do verbo muito preciso: situa o acontecimento no passado distante. O nosso velho homem foi crucificado, uma vez para sempre, e jamais pode voltar situao de no crucificao. O que se segue depois de sabermos isto? O mandamento seguinte se acha no v.

Leiamoos juntamente: "Sabendo Esta a ordem. Quando sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com Cristo, o passo seguinte considerarmos esta verdade. Infelizmente a nfase da verdade da nossa unio com Cristo tem sido freqentemente colocada na segunda questo, a de nos considerarmos mortos, como se fosse este o ponto de partida, enquanto que deveria ser ressaltada a necessidade de sabermos que estamos mortos.

A Palavra de Deus mostra claramente que "sabendo" deve preceder o "considerar-se". A seqncia extremamente importante. O ato de nos considerarmos deve basear-se no conhecimento do fato divinamente revelado, pois, de outro modo, a f no tem fundamento sobre que descansar e apoiar-se. Deste modo, no devemos ressaltar demasiadamente o considerar-se, ao ensinar esta matria. As pessoas sempre procuram considerar-se, sem previamente saber.

No tiveram primeiramente uma revelao do fato, dada pelo Esprito, mas. Quando a tentao se manifesta, comeam furiosamente a se considerar: "Estou morto; estou morto; estou morto! Depois, dizem, "Isto no d certo, e no h valor em Romanos 6. Realmente, devemos reconhecer que o v.

Acontece que, sem conhecermos que estamos mortos com Cristo, nossa luta de nos considerarmos se tornar sempre mais intensa, e o resultado ser a derrota na certa. No quero dizer que no precisamos realizar esta verdade na nossa experincia. H a efetuao dessa morte em termos de experincia, de que trataremos agora, mas a base de tudo que j fui crucificado, j est feito.

Qual o segredo de considerar, ento? Devemos ter os olhos abertos para o fato da nossa unio com Cristo, e isso algo mais do que conhec-la como doutrina. Tal revelao no coisa vaga e indefinida. Muitos de ns podemos recordar o dia em que vimos claramente que Cristo morreu por ns, e devemos ter igual certeza da hora em que percebemos que ns morremos com Cristo. No deve ser nada de confuso, mas algo muito definido, porque a base em que prosseguimos. Estou morto no porque me considero assim, mas por causa daquilo que Deus fez para comigo em Cristo por isso considero-me morto.

No se trata de considerar-se para se ficar morto, mas de considerar-se morto porque essa a pura realidade. O segundo passo: "Assim, tambm vs considerai-vos" O que significa considerar-se? A contabilidade a nica coisa no mundo que ns, seres humanos, sabemos fazer corretamente. O artista pinta uma paisagem. Pode faz-lo com perfeita exatido?

O historiador pode assegurar exatido absoluta de qualquer relato, ou o cartgrafo a perfeita exatido de qualquer mapa? O melhor que podem fazer so aproximaes notveis.

Mesmo na conversao de cada dia, procurando contar algum incidente com a melhor inteno de ser. H, na maioria das vezes, uma tendncia ao exagero, aumentando ou diminuindo, empregando uma palavra a mais ou a menos.

O que pode ento um homem fazer que seja absolutamente digno de confiana? No h, neste campo, qualquer possibilidade de errar. Uma cadeira, mais uma, igual a duas cadeiras. Por todo o mundo, e em todos os tempos, um mais um igual a dois. Tendo dito, pois, que a revelao leva naturalmente ao ato de considerar-se, no devemos perder de vista que um mandamento nos foi dado: "Considerai-vos Deus pede que faamos a escriturao, lanando na conta: "Eu morri", e que permaneamos nesta realidade.

Quando o Senhor Jesus estava na Cruz, eu estava l nEle; portanto, eu o considero como um fato verdadeiro. Considero e declaro que morri nEle. Paulo disse: "Considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus". Como isto possvel? Nunca se esquea que sempre, e somente, verdade em Cristo. Se voc olha para si prprio, no achar a esta morte questo de f nEle, de olhar para o Senhor e ver o que Ele fez.

Reconhea e considere o fato em Cristo, e permanea nesta atitude de f. Considerar-se e a f Os primeiros quatro captulos e meio de Romanos falam de f, f e f. Somos justificados pela f nEle Rm 3. A justificao, o perdo dos nossos pecados e a paz com Deus so nossos pela f; sem f, ningum pode possu-los.

Na segunda seo de Romanos, no entanto, no encontramos a f mencionada tantas vezes, e primeira vista poderia parecer que aqui h diferena de nfase. No realmente assim, porque a expresso "Considerar-se" toma o lugar das palavras "f" e "crer". Considerar-se e a f so, aqui, praticamente a mesma coisa.

PDF - E a Pedro

O que se relaciona com o futuro mais esperana do que f, embora a f tenha, muitas vezes, o seu objetivo ou alvo no futuro, como em Hebreus Talvez seja por essa razo que a palavra aqui escolhida considerar-se. A declarao que se crer que j recebeu o que pediu isto , evidentemente, em Cristo , ento "ser assim".

Crer que seja provvel alcanar alguma coisa, e que seja possvel obt-la, mesmo que ainda vir a obt-la, no f no sentido aqui expresso. F crer que j alcanou o que pede. Somente o que se relaciona com o passado f neste sentido. Aqueles que dizem que "Deus pode" ou "Pode ser que Deus o faa", no crem de forma alguma. A f sempre diz: "Deus j o fez". Quando , portanto, que tenho f no que diz respeito minha crucificao?

No quando digo que Deus pode ou quer ou deve crucificar-me, mas quando, com alegria, digo: "Graas a Deus, em Cristo eu estou "crucificado! Em Romanos 6, vemo-nos includos na morte de Cristo, por meio da qual Ele conseguiu a nossa libertao.

Quando nos foi revelado o primeiro fato, cremos nEle para a justificao. Deus nos manda considerar o segundo fato para a nossa libertao. De modo que, para fins prticos, "Considerar-se" na segunda seo de Romanos toma o lugar de "f" na primeira seo.

No h diferena de nfase; a vida crist normal vivida progressivamente, do mesmo modo que inicialmente se entra nela, pela f no fato divino: em c e Cristo e na Sua Cruz. Tentao e fracasso, desafios f Para ns, os grandes fatos da histria so que o Sangue trata de todos os nossos pecados e que a Cruz trata de ns prprios. Mas que diremos com respeito tentao? Qual dever ser a nossa atitude quando, depois de termos visto e crido nestes fatos, descobrimos que os velhos desejos querem surgir de novo?

Pior ainda, se camos em pecado conhecido, mais uma vez? Ento cai por terra o que foi dito acima? Lembremo-nos de que um dos principais objetivos do Diabo nos levar a duvidar das realidades divinas. Compare Gnesis 3. Aps termos percebido, pela revelao do Esprito de Deus, que realmente estamos mortos com Cristo, e que devemos nos. Bosma Carlos A. Spurgeon Charles R. Blomberg Craig S. Hyde Danilo Marcodes Darlene M.

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