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A gagueira severa que o acompanha desde criança, o aterroriza nas entrevistas de emprego. Ninguém entendeu nada, nem meu mestre. Teu silêncio me inquieta! Enviar pesquisa. Gagueira e dificuldade de aprendizagem 1. Acredita-se que alteraes de linguagem esto presentes entre os adultos que gaguejam como na populao em geral. John: Eu sei, é que às vezes é desencorajador. Tema seus próprios pensamentos, pois somente eles podem penetrar em sua essência e destruí-la. Veja abaixo como funciona toda a metodologia do Fonoaudiólogo e Professor de Oratória Simon Wajntraub. Quando a filha de André e Iva adoeceu, eles tiveram dificuldade em confortar um ao outro. Beck com indivíduos deprimidos Beck,

A primeira parte deste livro é uma descrição teórica da gagueira. A segunda parte (Terapia destinada a Adultos e Adolescentes) não se. O livro “Self-therapy for the Stutterer”, escrito por Malcolm Fraser, estudioso .. orientação, especialistas concordariam que a terapia de gagueira é claramente um projeto A ênfase clínica é reduzir a intensidade global da gagueira. Baixe grátis o arquivo Terapia da gagueira em iranyszekelyfold.info enviado por Fga. Download A atuação psicológica foi conduzida dentro do referencial teórico da terapia comportamental e cognitiva .. terapia global da gagueira2 Com o livro de Willard & Spackman, Terapia Ocupacional, você aprenderá a aplicar em sua. Terapia global da gagueira PhiUw.p J. Roberts. I ;-liCr'l'w.! Download Terapiaglobal da gagueira IDiR':iM I ;-liCr'l'w.! . O Capital - Livro 3, Tomo 2: O Processo Global da Produção Capitalista - Karl Marx. supera a questão de gaguejar ao falar. Parece que me e tratamento' na. Clínica CTE – Centro de Terapia Especializada, em julho de

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Gagueira e dificuldade de aprendizagem

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O que os membros da família fazem com as emoções uns dos outros é extremamente importante. Dependendo da modalidade de tratamento que o clínico utiliza, ele pode optar por se tornar mais diretivo no processo e se concentrar em deter- minadas intervenções.

O jovem se tornou retraído e socialmente re- cluso, requerendo um apoio familiar excessivo e constante. A técnica da seta descendente produziu os resultados mostrados na Figura 5. Por isso, preciso ficar com minha família para poder me sentir seguro. Lidar com cognições desse tipo é muito importante no tratamento fami- liar. Reestruturar o pensamento dos pais, para que se tornassem mais otimis- tas, realmente fossem em frente e assumissem o risco de promover a inde- pendência do filho, os incentivaria a apoiar a independência dele.

Era também essencial tratar das próprias necessidades de dependência dos pais, ou seja, de que seu filho permanecesse dependente deles. O uso da técnica da seta descendente serviu para revelar um esquema subjacente de vulnerabilidade e desamparo, juntamente com o medo do fracasso, em todos os membros da família.

Entretanto, se o tera- peuta souber que um indivíduo sofre abuso físico e parece estar em perigo, o foco se desloca para o trabalho com essa pessoa, a fim de desenvolver planos para manter a segurança e tomar medidas para que ela saia de casa e busque abrigo em outro lugar caso aumente o risco de abuso. De costume, para minimizar a influência de suas interações, o terapeuta sai da sala. Nesse caso, acumulam-se as evidências de que os pais têm relativamente pou- co poder sobre os comportamentos da filha.

O terapeuta cognitivo-com- portamental continuamente compartilha seus pensamentos e impressões com os clientes e, junto com eles, desenvolve intervenções destinadas a lidar com suas preocupações. Esse é também um momento importante para o terapeuta explo- rar as possíveis barreiras à terapia de casal ou família, assim como os medos de mudanças que talvez sejam antecipadamente consideradas estressantes e difíceis pelos participantes, e para chegar, com a família, às medidas que podem ser tomadas para reduzir o estresse.

No modelo cognitivo-comportamental, monitorar as experiências subjetivas da pessoa consiste em uma habilidade que pode ser desenvolvida. Desse modo, o terapeuta treina cada indivíduo para assumir maior responsabilidade por suas próprias reações.

O bom amante: o caso de Roberto e Zarida Roberto e Zarida começaram a experimentar dificuldades em seu relacionamento e a achar que era importante tratar disso o mais cedo possível. Como resultado, meu nome foi indicado pelo ginecologista de Zarida. Roberto evidentemente havia tido muito mais relacionamentos sexuais do que Zarida, que só teve um outro namorado antes de se casar com Roberto.

Esse conceito foi pela primeira vez introduzido por Abrahms e Spring , quando cunha- ram o termo fator flip flop. Com a ajuda do terapeuta, os cônjuges desafiam essas estruturas nega- tivas listando as características negativas, ou o inverso daquelas que foram um dia consideradas qualidades positivas, e as evidências que apoiavam suas crenças Beck, ; Dattilio, ; Dattilio e Padesky, Indica-se como uma maneira de encorajar os cônjuges ou os membros da família a aceitar o fato de que suas distorções estariam deturpando a maneira como veem um ao outro e a realmente desafiar suas percepções.

Ela foi solicitada a primeiro listar as qualidades compensadoras ou positivas de Jim que inicialmente a atraíram. Quando os atributos foram justapostos, Martha foi indagada se algumas de suas impressões negativas sobre Jim poderiam ser o inverso do que ela um dia considerou qualidades positivas, agora encaradas sob uma luz negativa.

Um dos primeiros passos para ajudar os membros a tomarem consciência de suas dinâmicas diferentes é utilizar o Registro do Pensamento Disfuncional. Quando os cônjuges ou os membros da família iden- tificam esses padrões de comportamento, prescrições e exercícios comporta- mentais podem ser utilizados como tarefas de casa, visando melhorar o curso dos padrões interacionais. Dattilio contribuir para que essa pessoa fique furiosa com eles. O terapeuta o treinou em discernir que ele estava fazendo leitura da mente e que seria importante aprender mais sobre os pensamentos e sentimentos de seus pais sobre o as- sunto.

O terapeuta também o encorajou a pedir aos pais para descreverem seus sentimentos. Assim, o filho reconheceu que havia se envolvido em pensamento dicotômico. Depois de os indivíduos desafiarem seus pensamentos, devem avaliar sua crença nas explicações alternativas e na sua inferência ou crença original, talvez em uma escala de 0 a Identificando os alvos pertinentes a serem tratados, listar os objetivos especí- ficos e as intervenções estabelecidas serve como uma espécie de mapa a ser seguido pelo clínico ao longo do tratamento.

Esses planejadores de tratamento ofere- cem aos clínicos uma diretriz específica para lidar com as metas, objetivos e intervenções do tratamento com casais e famílias. Eu com frequência gosto de dizer aos clientes que o exame dos nossos estilos de pensamento pode causar um impacto importante em nossas emo- ções e comportamentos, e esta é uma das coisas que vamos explorar no de- correr da terapia.

Esse tipo de abordagem é em geral muito eficaz com casais e famílias. Assim, o terapeuta treina cada indivíduo para assumir maior responsabilidade por suas próprias reações. A Figura 6. Isso é possível com casais e membros de uma família patologicamente mais rígidos em seus sistemas de crença. Mudando os esquemas da família de origem Os indivíduos às vezes relutam em mudar seu pensamento sobre a sua família de origem porque julgam isso desrespeitoso, ou encaram como um sinal de lealdade aos seus pais manter o sistema de crenças.

Isso acontece apesar do fato de às vezes o novo pensamento ser mais racional e funcional. Registro do Pensamento Disfuncional de Richard. Escreva os Descreva: 1. Pensamento 1. Filtro mental alternativa samentos ou precederam zangado, 4. Conclusões precipitadas samentos cos de 0 a mentos, devaneios ou 2. Avalie a sua 2. Reavalie a conduzindo a uma imediata nos intensidade 7. Raciocínio emocional 2. Pensamento tudo ou nada. Talvez ela estivesse Um pouco camionete e percebi que deixou de novo Frustrado 6.

Ela Agitado tenha percebido. As pessoas própria. Deus sabe que eu cometo muitos. Eu poderia conviver com isso? Qual é a melhor coisa que poderia acontecer? Qual é o resultado mais realista? Qual poderia ser o efeito de eu mudar minha maneira de pensar? Às vezes as crenças e os estilos de pensamentos de um indivíduo sobre determinadas situações também precisam ser restaurados e revitalizados.

A vida com frequência significa mudança. As coisas evoluem. O terapeuta se concentra no contraste entre os sentimentos e o comportamento passados e presentes como evidências de que os parceiros conseguiam se relacionar de uma maneira muito mais satisfatória e, com o esforço apropriado, podem recuperar as interações positivas. Defensividade: Consiste na tentativa de evitar ou se proteger da perspectiva de ataque. Emocionalmente, o falante percebe o ouvinte como desligado, presunçoso, hostil, desaprovador, frio ou desinteressado.

Tal processo envolve 1. Nesse nível, os cônjuges conseguem falar sobre seus padrões de relacionamento recípro- cos e entrelaçados. Os falantes po- dem considerar as seguintes estratégias ou diretrizes quando se expressam: 1. Fale atentamente. Faça perguntas significativas. Fale a quantidade certa e evite prolongar as decla- rações. Aceite o silêncio. Às vezes a melhor maneira de enfatizar alguns pontos é fazer uma pausa ou usar períodos de silêncio depois de falar.

Descarregar perguntas ao ouvinte na ten- tativa de captar algo durante a conversa pode ser muito destrutivo. Boas habilidades de escuta envolvem entender claramente o que é dito e a capacidade para responder na conversa circular. Os ouvintes podem conside- rar as seguintes diretrizes: 1. Ouça atentamente.

Tente manter um bom contato visual com o fa- lante e demonstrar que você o escuta ao exibir um comportamento direcionado para o objetivo e respostas confirmatórias. Isso também com frequência é interpretado como um sinal de grosseria e desrespeito. Esclareça o que ouve.

Tente fazer um resumo claro sobre o que ouviu no fim do pronunciamento do falante. Reflita sobre o que ouve.

Essa atitude difere da busca por esclare- cimento. Resumir também permite aos indivíduos gerar um acompanhamento e uma conversa futura.

Um recurso excelente é a leitura de The lost art of listening, de Michael P. Nichols Tais estratégias proporcionariam aos cônjuges um meio de con- tinuarem a aprender sobre os mundos um do outro, atualizando periodica- mente o seu conhecimento.

Recomenda-se também que os cônjuges criem uma prevalência do sentimento positivo PSP. Pode-se usar exemplos gravados em vídeo, como aqueles que acompanham o livro Fighting for your marriage, de Markman e colaboradores Pode se tornar um teste para a paciência dos terapeutas e implicar um enorme desperdício de tempo.

Mas certamente entendo que você tenha se sentido embaraçada e desconsiderada. Jackie: Bem, eu me senti. O que custava terem olhado para nós e reconhe- cer nossa presença nos acenando ou qualquer coisa assim? Luke: Eu sei. É natural, particularmente quando se discutem tó- picos emocionalmente carregados.

Por exemplo, Markman, Stanley e Blumberg , p. Os dois parceiros pretendiam acabar aí a história. Pedi-lhe que fizesse isso e também sugeri que o marido se envolvesse no mesmo tipo de exercício enquanto ela fa- lava. Manteve os cônjuges ocupados e envolvidos, enquanto cada um permitia em silêncio que o seu par- ceiro falasse.

Entre- tanto, a técnica deve ser com frequência considerada quando os parceiros ou os membros da família interrompem continuamente um ao outro. Esse com- portamento também pode ter a ver com questões de limites e controle, que também precisam de tratamento.

Tais fatores envolvem questões instrumentais, orientadas para a tarefa. Os autores observaram o seguinte: 1. Comunicações específicas, como aceitar a responsabilidade ou expres- sar desrespeito. Discussões construtivas por parte dos dois parceiros indicam relacionamentos mais satisfatórios. Epstein e Baucom, , p. Entretanto, os terapeutas devem evitar tornar o intercâmbio comportamental de um membro da família con- tingente apenas do intercâmbio de outro.

Por isso, o objetivo dos acordos de intercâmbio comportamental é que cada indivíduo identifique e apresente um comportamento específico que envolveria o autoaprimoramento, independente das ações que os outros membros realizem. A vinheta que se segue ilustra um acordo de intercâmbio comportamen- tal. Com indivíduos que experienciam emoções intensas que afetam adver- samente tanto a eles próprios quanto a outras pessoas importantes, o tera- peuta pode: 1.

Essa estratégia se fundamenta no princípio da reciprocidade, introduzida inicialmente por Joseph Wolpe O uso da reciprocidade se destina a atingir um equilíbrio no intercâmbio comportamental. Exemplo disso é o uso do quid pro quo. O quid pro quo, como sugerido por Stuart , visava fortalecer o status de um cônjuge ou membro da família para atuar como mediador de reforço a fim de influenciar o comportamento do outro cônjuge ou de outros membros da família.

Isso era conseguido fazendo-se com que um cônjuge fizesse algo que o outro queria. Stuart delineou um processo de quatro passos para o emprego da estratégia.

Fazer com que o parceiro ou membro da família inicie as mudanças em seu próprio comportamento. Fazer com que cada parceiro ou membro da família assine um contrato escrito para uma série de mudanças de comportamentos desejadas.

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Treinamento da assertividade Uma estratégia de melhoria de habilidades sociais com frequência usa- da na terapia familiar é o treinamento da assertividade. Inicialmente propostas pelos existencialistas hu- manistas Frankl, e depois pelos terapeutas comportamentais Ascher, , , seus princípios têm sido aplicados à mudança psicológica hu- mana.

Eles delinearam cinco princípios a seguir. O primeiro princípio utiliza o sintoma como um aliado. O segundo princípio, que é identificar o sintoma específico, se aplica aos sintomas que ocorrem dentro de um contexto social e, por isso, é fundamental ao se tratar casais e famílias. O terceiro princípio coloca o sintoma sob um controle consciente. A estra- tégia seria fazer com que outros membros da família auxiliem o indivíduo identificado a realmente experienciar o sintoma.

A segunda estratégia seria fazer com que outro s membro s assuma m um papel paradoxal. Finalmente, o quinto princípio consiste em garantir o envolvimento do paciente. Em essência, trata-se de instruir os membros da família a exagerarem o sintoma do qual se queixam.

DeShazer , p. Duncan delineia dois tipos de intervenções gerais. As estratégias paradoxais podem ser mais apropriadas para alguns tipos de casos do que para outros. Alguns behavioristas-cognitivos também sugeriram, no passado, que o uso de medidas paradoxais como uma estratégia geral na terapia de casal pode ser inconsistente com a perspectiva comportamental Jacobson e Margolin, As coisas estiveram tensas a semana toda porque brigamos muito antes de sairmos de férias.

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De todo modo, meus pais ficaram com as crianças, e Curtis disse que deveríamos por gasolina no carro na véspera do dia de voltar para casa. Com todas as pessoas saindo da praia no fim de semana, as filas nos postos de gasolina ficavam grandes, mas decidimos tirar vantagem da trégua e abastecer o carro no dia seguinte. Começamos a discutir sobre o fato de estarmos de férias e de eu estar cansada de fazer tudo depressa o tempo todo e E este idiota ficou ali sentado rindo de mim porque eu fui multada.

Fiquei extremamente irritada! Margo: É verdade. Passei a semana toda agitada. Margo: É, suponho que sim.

Dattilio: Bem, esse é o problema aqui. Vocês dois devem assumir a responsabilidade por seus respectivos comportamentos. Margo: Ok. Deveria ter parado e saído do carro? Dar a si mesma uma chance de se acalmar. Margo: Bem, fizemos isso antes. Dattilio: Sim, mas você tem uma escolha. Margo: É, eu sei que foi irracional. Dattilio: É aí que queremos intervir. O melhor momento de intervir é antes que as coisas se tornem emocionalmente carregadas, e isso significa que vocês dois têm de assumir a responsabilidade de se conter.

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Dattilio Curtis: Bem, ela estava andando ridiculamente devagar. Dattilio: Isso é verdade, Margo? Curtis: É, provavelmente. Isso, obviamente, vai ter um impacto importante também sobre suas emoções. Ensaio comportamental Depois do treinamento das habilidades e do feedback do terapeuta, os casais e os membros da família com frequência precisam ensaiar as habi- lidades específicas.

O ensaio comportamental é uma das partes mais essenciais para a sequência do tratamento porque proporciona feedback ao terapeuta sobre o quanto os casais e os membros da família aprenderam. Considere o exemplo que se segue. O caso de John e Mary John e Mary tinham dificuldade de impedir que suas discussões evoluíssem para uma troca de gritos. John: Nós fracassamos. Comecei uma conversa sobre o que precisava ser feito na casa quando chegasse a primavera, e imediatamente Mary começou a retrucar sem parar que todas essas tarefas tinham de ser feitas em uma ou duas semanas.

Dattilio: Muito bem, e o que você acha que fez de errado? Mary: Percebi que John ficou quieto e interpretei que algo estava se passando na sua cabeça. Foi quando decidi parar, mas era um pouco tarde demais, e ele ficou muito irritado.

Dattilio: Ok. John: Eu sei, é que às vezes é desencorajador. Vamos tentar de novo. John e Mary: Ok, vamos tentar. Mais uma vez, corresponde a grande parte do que a terapia faz — muito ensaio e encorajamento comportamental, bem como esforço, na modelagem de comportamentos e de padrões comportamentais. Jacobson e Margolin su- geriram que os cônjuges fossem solicitados a inverter os papéis e discutir um problema como ele costuma ser discutido em casa, e cada pessoa assume o papel do outro cônjuge.

Assumir o papel do outro parceiro amplia a pers- pectiva de cada indivíduo de uma maneira muito parecida com aquela do feedback do vídeo. Adquirindo habilidades de relacionamento Boa parte da abordagem cognitivo-comportamental com famílias en- volve o ensino direto de habilidades para lidar com os problemas e com as diferenças.

Sob tal aspecto, o terapeuta seria como um coach. Em ge- ral, significa ensinar ao casal ou à família novas maneiras de se comunicar, resolver problemas e lidar com a mudança no sistema. Muitos dos teóricos orientados para os sistemas e estruturas se baseiam em sugestões e diretrizes indiretas, raramente definidas de modo explícito no tratamento.

Por isso, apesar de al- guém como Salvador Minuchin se descrever como um instrumento reflexivo de mudança, os cognitivo-comportamentais se considerariam instrumentos prescritivos de mudança. Por isso a TCC endossa uma abordagem colaborativa em que os clientes assumem a responsabilidade pela mudança. Para reforçar o funcionamento independente do cliente, cliente e terapeuta desenvolvem colaborativamente tarefas de casa que o cliente consiga realizar para implementar o que apren- deu.

É com frequência encarada como um dos agen- tes de mudança mais eficientes Kazantzis, Deane e Ronan, ; Kazantzis, Whittington e Dattilio, no prelo. Anos mais tarde, os terapeutas enfatizaram a importância das tarefas de casa, apregoando-as como componentes adjuntivos fundamentais do tratamen- to Dunlap, George Kelly foi um dos primeiros teóricos a introduzir o uso da tarefa de casa como um componente integrante da sua terapia de papel fixado.

Foram os terapeutas cognitivos que descobriram que os pa- cientes que realizavam mais lições de casa desenvolviam um resultado mais positivo no tratamento Bryant, Simons e Thase, Verificou-se ainda que três quartos dos participantes desse estudo designam três ou mais tipos diferentes de tarefa de casa durante as dez primeiras sessões com os clientes.

A tarefa de casa também tem sido endossada pelas abordagens sistêmi- ca, estrutural, psicodinâmica, integrativa e pós-moderna.

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A maior parte do tempo de um paciente é passada fora das sessões, no ambiente doméstico, onde ocorre a maior parte dos problemas. Estas também podem ser extremamente eficazes para tratar da resistência de um casal ou de uma família no decorrer do processo.

Outro benefício obtido com a tarefa de casa consiste em proporcionar aos indivíduos uma oportunidade de implementar e avaliar insights para com- portamentos de enfrentamento discutidos durante o processo terapêutico.

Além disso, a tarefa de casa pode aumentar as expecta- tivas de os clientes continuarem a realizar mudanças em vez de simplesmente discutirem a mudança durante as sessões. Como alternativa, a tarefa pode também estabelecer o palco para experiências. Podem ser realizadas modificações nos pensamentos, sentimentos ou comportamentos, à medida que a tarefa de casa é processada nas sessões de terapia.

Acrescentando foco e estru- tura, as lições de casa podem revitalizar o tratamento. Um benefício adicional inclui o envolvimento aumentado de outras pes- soas importantes. Tarefas de biblioterapia A biblioterapia é importante porque ajuda a reforçar as questões abor- dadas durante as sessões de terapia e mantém o cliente ativo entre estas.

Algumas das tarefas de biblioterapia envol- vem fazer o casal ler livros como Fighting for your marriage, de Markman e colaboradores As famílias também podem se beneficiar de tarefas de casa como aquelas encontradas em Brief family therapy planner, de Bevilac- qua e Dattilio Apesar das nossas tentativas de imprimir determinados conceitos nos clientes no decorrer da terapia, às vezes fazê-los ler sobre essas ideias tem um efeito profundo no seu modo de pensar sobre os conceitos.

Por exemplo, uma família experimenta uma nova atividade em conjunto p. Eles se unem ou cada um age isoladamente? Tarefas comportamentais Como anteriormente mencionado, as tarefas comportamentais consis- tem em parte importante do tratamento com casais e famílias.

As tarefas com- portamentais incluem fazer os indivíduos conversarem consigo mesmos para buscar explicações alternativas. Os indivíduos utilizam essa técnica sozinhos ou com um cônjuge ou membro da família para modificar alguns comporta- mentos.

Selecionar estrategicamente as tarefas de casa relevantes para a família é um objetivo fundamental Kazantzis e Dattilio, no prelo. O exercício provou ser bastante efetivo em seu caso particular. Nelson e Trepper , produziram dois livros sobre interven- ções de terapia familiar, muitas das quais incluem tarefas de casa que podem ser usadas durante o tratamento.

Os clínicos também precisam pensar sobre o que desejam fazer na tarefa de casa. Ao utilizar uma tarefa específica, pode ser prudente usar seu próprio estilo na abordagem dos cônjuges ou dos membros da família. Dattilio forma de encorajamento e elogio pelos esforços.

A pesquisa, embora condu- zida com clientes individuais, é importante também para as terapias de casal e família. Essas questões precisam ser enfrentadas de frente. Recomenda-se que isso faça parte da agenda da visita sub- sequente, a menos, é claro, que o casal ou os membros da família solicitem mais tempo para realizar a tarefa. Resistência no cumprimento das tarefas de casa Uma das dificuldades mais comuns da terapia quanto à tarefa de casa é a resistência dos cônjuges ou dos membros da família ao seu cumprimento.

A resistência ocorre com frequência, apesar da concordância do casal ou da família quanto à tarefa e ao reconhecimento de sua utilidade. Os clínicos podem optar por mudar o termo tarefa de casa para dever ou experimento.

É essencial que o terapeuta se valha de tato ao lidar com a resistência no cumprimento das tarefas de casa. Por exemplo, o homem que espera que a esposa e os filhos resistam a incluí-lo em atividades de lazer quando ele chega em casa do trabalho pode fazer planos para tentar se engajar com a família quando chega em casa durante os dois dias seguintes e ver o que acontece.

A atitude dela criava problemas entre os dois, porque Steve achava que ela rejeitava sua ajuda. Lacy sempre se considerara autossuficiente e, agora, quando precisava ser cuidada, tinha dificuldade de deixar Steve cuidar dela. Dattilio Suspeitei de que havia algo mais na resistência de Lacy do que simplesmente querer manter a autonomia. O que isso significa para você? Lacy: Me infantiliza.

Eu sou um fracasso como adulto. Eu lhe expliquei um pouco sobre como as distorções às vezes se desenvolvem como o resultado de um pensamento equivocado. Estava claro que eu precisava ajudar Lacy a procurar ser mais flexível em seu modo de pensar. Ela me explicou que, pelo fato de ser contadora, sua vida girava em torno de dicotomias. Eu lhe apontei que nesse momento, no entanto, isso havia se tornado difícil devido à mudança ocorrida na sua vida real. Ele era abusivo e intolerante, e ela tinha muito pouca autonomia.

A ideia de explorar junto com ela as raízes dos seus sentimentos e crenças e a descoberta de alguns de seus medos é muito mais abrangente. Técnicas comportamentais e controle dos pais Alguns dos escritos iniciais sobre terapia familiar comportamental se concentravam nos comportamentos e no controle dos pais.

Nesse ponto, foi recomendado terapia comportamental. As dores de cabeças de Clay também resultavam em faltar um turno da escola. As dores de cabeças acompanhadas de temperatura corporal elevada eram designadas como dores de cabeças legítimas. Isso era algo que Clay considerava muito significativo e se comprovou um excelente meio de reforço positivo para ele.

O terceiro passo é discutir os comportamentos que devem ser utilizados. Um plano de recaída é escrito e treinado caso a caso para refletir os pa- drões deteriorantes comuns em um relacionamento específico. Às vezes a resistência parece ser quase impossível de superar, o que pode se tornar um verdadeiro desafio à terapia.

Às vezes a resistência ocorre porque um membro da família se recusa a frequentar a terapia. No entanto, perguntei se ela estaria disposta a me ajudar.

Quando lhe assegurei que poderia atuar como uma terceira parte neutra e objetiva, ela se sentiu melhor em comparecer à terapia. Dattilio essa é a sua vontade. Entretanto, por vezes os terapeutas precisam ser criati- vos para ajudar o progresso do processo terapêutico. As lembranças negativas com frequência precisam ser aborda- das, e os casais devem utilizar técnicas que ajudem a diminuir sua força.

Os esquemas negativos sobre as características do relacionamento pre- cisam ser abordados, fazendo com que os clientes testem a validade de seus pontos de vista rígidos e considerem informações indicativas de que esses pontos de vista podem ser modificados. Epstein e Baucom sugerem que esse exercí- cio se contrapõe à ideia de uma característica constante e abre a porta para explorar as condições que tendem a suscitar as reações positivas ou negativas do outro.

Assim, o desafio do terapeuta é aju- dar os casais a perceber e dar crédito a cada pequena mudança positiva que fazem, e cada cônjuge assume a responsabilidade pessoal por fazer mudanças específicas e substituir as velhas lembranças negativas por novas experiências positivas. Reduzir a desesperança dos cônjuges sobre o potencial de melhoria no seu relacionamento depende da capacidade do terapeuta para treinar os parceiros em um comportamento mais construtivo um com o outro.

O principal objetivo é fazer os cônjuges observarem e monitorarem suas interações negativas à me- dida que elas diminuem, e se comportarem de modo mais positivo. Por isso, é importante discutir o que cada indivíduo espe- ra obter do tratamento. O impedimento das agendas conflitantes na terapia pode ser uma janela para uma luta que o casal atualmente experiencia em seu relacionamento como um todo.

O terapeuta pode guiar o cônjuge distanciado a pensar sobre a validade de seus padrões e desa- fiar alguns dos sistemas de crenças a eles subjacentes. Um bom exemplo dessa abordagem é o caso de Diane e Nick. Nick, por sua vez, pode de vez em quando realizar uma atividade conjunta com a esposa, assim como concordar em se unir a ela em alguma das atividades que ela propor.

Esses sentimentos po- dem surgir em um ou mais membros da família. O terapeuta precisa explorar os pensamentos e emoções de cada par- ceiro sobre as mudanças propostas nas interações do casal e sondar as preocu- pações subjacentes quando um ou os dois membros do casal experienciam an- siedade sobre o que a mudança envolve. É também relevante proceder lentamente ao produzir mudanças no relacionamento, porque uma ameaça à homeostase de um relacionamento com frequência causa problemas.

Qualquer desafio precipitado à estrutura vigente de uma família pode criar ansiedade e en- contrar resistência. Isso acontece particularmente com o cônjuge que detém mais poder e percebe a ameaça de mudança como negativa e debilitante para si. Os indivíduos em geral pensam nos eventos no seu relacionamento em termos lineares e causais, em vez de circulares e causais, que envolvam influências dos dois indivíduos um sobre o outro.

Aqui se apresenta um dos princi- pais desafios ao terapeuta — manter o equilíbrio e a neutralidade como um facilitador para a mudança. Nesse aspecto, o terapeuta deve definitivamente evitar tomar partido e ajudar cada um dos parceiros a encontrar maneiras de avançar melhor e resolver as questões em seu relacionamento. O caso da família Shim, que se segue, é ilustrativo.

Dattilio detestado a sentença. A maioria deles tinha dentes deteriorados ou em falta. Eu tive de ponderar quem havia sido sentenciado — eles ou eu. Sua esposa compensava a indiferença e a recalcitrância dos filhos, falando sem parar. Eu temi trabalhar com essa família. O abuso da maconha era desenfreado entre os filhos. Para completar o quadro, essa família funcionava em um nível intelectual muito baixo, provavelmente na faixa fronteiriça do retardo mental.

Em seu trabalho, Leahy discute o conceito de resistência na te- rapia cognitiva e o define essencialmente como qualquer fator que impeça o processo de tratamento, seja por parte do paciente, seja do terapeuta.

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Os bloqueios podem incluir a própria resis- tência ou mecanismos de defesa do terapeuta que emergem no decorrer do tratamento. Também contribui para um movimento de esgotamento ou de impasse, impe- dindo assim o processo terapêutico. Dattilio luxo de lidar no passado com famílias educadas e de alto nível.

Esse pensamento catastrófico em geral indica que o terapeuta pode ter perdido sua objetividade e precisa readquirir algum senso de equilíbrio. No caso dos Shim, senti a necessidade de entrar em contato com um colega que ha- via trabalhado com famílias de origem socioeconômica similar. Em suma, aprendi a me distanciar adequadamente e a encarar o comportamento dos membros da família como um resultado de seus problemas. Ser excessivamen- te otimista sobre o que se é capaz de realizar no tratamento forma uma cilada comum para os terapeutas novatos.

Pode causar estresse para o terapeuta e preparar a todos para o fracasso. Por exemplo, tentar reabilitar o Sr. Às vezes, as expectativas até precisam ser restabelecidas em todo o curso da terapia. Atualmente, os Esta- dos Unidos têm experienciado o maior fluxo de imigrantes desde o início do século XIX. Embora muitas famílias de imigrantes nos Estados Unidos se tornem aculturadas, ainda honram alguns costumes baseados em sua herança cultu- ral. Dattilio al.

Muitos dos filhos dos Shim tinham dificuldade para entender como eu, tendo sido criado em um bairro branco de classe média alta, compreenderia as dificulda- des que eles enfrentavam. No caso particular dos Shim, as interven- ções terapêuticas tiveram muito pouco poder contra as fortes forças ambien- tais que criavam uma necessidade de eles sobreviverem por meio de uma vida de crime e, às vezes, de violência. Por vezes, mudar os comportamentos envolve, se possível, mudar o entorno em que se vive.

Na maioria dos casos, os indi- víduos com transtornos graves do Eixo II resistem a encaminhamento para terapia individual; no entanto, quando o transtorno é menos grave, alguns aspectos podem ser tratados diretamente no processo da terapia familiar. Por exemplo, no caso anteriormente mencionado, foi de- terminado no decorrer do tratamento que o Sr. Shim tinha uma quantidade substancial de narcisismo com características passivo-agressivas.

Entretanto, o abuso de substância dificultava extremamente lidar com suas questões de personalidade. O fato de ele também pouco falar durante o tratamento foi um problema importante, em especial porque sua esposa tendia a compensar isso falando sem parar, facilitando que o marido permanecesse taciturno e mantivesse suas questões individuais encobertas. Nesse caso particular, solicitei que os pais se sentassem um do lado do outro, e eu me dirigia a eles como a uma frente unida.

Eu o encarava como aquele que realmente tinha o poder real na família, embora ele raramente falasse.

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Em essência, tentei explorar o narcisismo do pai. Infelizmente, isso explodiu na minha cara quando o Sr. Pareceu captar seu interesse, e ele começou a cooperar e aparecer mais regularmente nas sessões, embora ainda levemente intoxicado.

Só muito mais tarde no trata- mento eu conseguiria gradualmente encontrar o caminho para lidar com suas questões pessoais.