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Luiz Marenco - Destinos (Letra e música para ouvir) - O destino quer que eu cante / E ao cantar eu me concentro / A querência eu levo dentro / E o resto eu toco. O destino quer que eu cante / E ao cantar eu me concentro / A querência eu levo dentro / E o resto eu toco por diante / Podem me chamar de louco / Mas. Cifra para ukulele da música Destinos de Luiz Marenco. Baixar PDF Tom: C Intr.: G D7 C D7 G D7 C D7 G G D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu.

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Esta entrada mafenco publicada em Uncategorized. Lyotard, L'inhumain, Paris, G alille, , p. Um cronista descreve uma das atraes mais populares da exposio de Paris da seguinte maneira: Sobe-se pelo elevador. To find out more, including how to control cookies, see here: No campo é assim. Os poemas de "Saco de Viagem" exploram regionalismos da fala, neologismos e fusões de palavras, fazendo, às vezes, recordar a poesia daquele que é reconhecido como o maior poeta peruano de todos os tempos, César Vallejo , em seu livro "Trilce" Mas, o jeito de dar vida depende da linha da política. Mas deixo claro para o leitor que se trata de uma opo consciente, que per mitiu-me construir um objeto de estudo, de forma inteiramente distinta. Metamorfoseada, c laro, mas presente.

O destino quer que eu cante / E ao cantar eu me concentro / A querência eu levo dentro / E o resto eu toco por diante / Podem me chamar de louco / Mas. Cifra para ukulele da música Destinos de Luiz Marenco. Baixar PDF Tom: C Intr.: G D7 C D7 G D7 C D7 G G D7 O destino quer que eu cante e ao cantar eu. Luiz Marenco - - Identidade - Ao Vivo (CD e DVD). 01 - Destinos 02 - Os da Última Tropa 03 - Os Silêncios das Janelas do Povoado. Ver las letras de Luiz Marenco y escuchar "Batendo Água", "Milonga Abaixo de Mau Tempo", "Quando O Verso Vem Pras Casa", "Mis Amores" y más canciones!. Luiz Marenco Identidade – DVD AO VIVO Música Gaúcha Traz um show com suas grandes canções como: Destinos, Meu Rancho, Batendo Água, entre outras.

Quem sabe encontre nas barrancas deste rio,. O que a vida, apartou para ser saudade! Para encontrar o que o tempo me escondeu,. E a querência que adormeceu nos meus olhos,.

Componho versos pra levar junto comigo,. O rio corrente que foi parte da minha infância,. E junto à amada possa ter momentos termos E no silêncio desta alma que vagueia Cevo um mate, ajujado de nostalgia,. Pois a distância é pequena pra que sonha,.

Quando o remanso é cruel numa saudade,. E navegar por esta vida tem rumo incerto,. Tertulia da Poesia na web. Dos 89 trabalhos inscritos, doze foram escolhidos para serem apresentados na Estância do Minuano, em dezembro. Possa trazer a sua prenda e seus "bacuris" que aqui o evento é de familia.

O mundo vasto, e falar de cultura no sentido genrico seria perder-me no seu emaranhado. Se gundo, demarc-lo de maneira clara, o que fiz privilegiando os aspectos referentes sociedade de consumo sobretudo nos ca ptulos IV, V e VI. No foi uma escolha arbitrria, Estou convencido de que, no processo de globalizao, a cu ltu rare consumo desfruta de uma posio de destaque. Na minha opinio, ela se transformou numa das principais instncias mundiais de definio da legitimidade dos comportamentos e dos valores.

Refletir sobre sua manifestao tocar num dos eixos centrais das sociedades globalizadas. O mundo dos objetos para utilizar uma expresso de Baudrillard se mani festa assim com o uma expresso da contemporaneidade. Este trabalho fruto de leituras e de discusses que pude realizar com diferentes colegas. As leituras ficaram ao sabor das bibliotecas, brasileiras. Menciono o acervo brasileiro, porque nos acostumamos a negligenci-lo. Mas para quem se interessa por livros e revistas, nossas bibliotecas, apesar dos tropeos, so um ponto importante de partida.

Tive, entretanto, a oportunidade de completar meu trabalho com uma estada em Paris, junto Maison des Sciences de 1Homme. A, pude consultar no apenas as fontes francesas e europias, mas boa parte do acervo americano, contido na American Library e na American University.

Conjunto de textos que avanou em muito minha anlise sobre a atualidade. Por fim, os agradecimentos. E friso, no os fao ritual mente. A o CNPq, cuja pequena bolsa de pesquisa ainda per mite a alguns universitrios escapar do que eufemisticamente denominamos de mercado de trabalho. A Fapesp, cuja bol sa de ps-doutoramento foi crucial para os meus estudos.

Ao Centre de Recherche sur le Brsil Contemporain que, com o das outras vezes, gentilmente recebeu-me no exterior con ceito cada vez mais insatisfatrio para descrever nossa vivncia mundializada.

Quando se l a literatura produzida sobre a mundializao inevitvel sentir uma certa insatisfao. O assunto tratado por diferentes disciplinas, tais como: economia, adminis trao de empresas e relaes internacionais.

E faz hoje par te da pauta da mdia revistas, jornais e televiso. No entan to, so poucos os estudos realmente reflexivos, que se afastam de um interesse imediatamente pragmtico ou de vulgarizao do conhecimento. Vrios so os escritos de ho mens de governo ou de administradores de multinacionais, porm, eles pensam o mundo a partir de um horizonte es treito, parcial. O que lhes importa defender os interesses de seus pases, competidores na arena geopoltica, ou a fatia cie seus lucros no mercado que se globalizou.

Literatura fu turista, imaginativa e falsa, que de alguma maneira prolonga as preocupaes de McLuhan, inauguradas na dcada de Ver por exem plo J. Ohmae, Mundo sem fronteiras, S. Paulo, Makron Books, Ou ainda os tex tos produzidos pelo Clube de Roma: A. King, B. Toffler, The third wave, N. York, Bantam Books, No mesmo estilo temos: J. Pelton, Global talk, The Harvester Press, O crebro, metfora da integrao das duas dimenses do homem - razo e sentimento - com o advento da tecnologia encontraria sua expresso plena no universo eletrnico.

Chama a ateno nesses textos a profuso de metforas utilizadas para descrever as transformaes deste final de s culo: primeira revoluo mundial Alexander King , tercei ra onda Alvin Toffler , sociedade informtica Adam Shaff ,4 sociedade ambica Kenichi Ohmae , aldeia glo bal McLuhan. Fala-se da passagem de uma economia de high volunt para outra de high valu Robert Reich ,5 e da existncia de um universo habitado por objetos mveis Jacques Attali deslocando-se incessantemente de um canto para o outro do planeta.

Por que o abuso das metforas? Elas revelam uma realidade emergente ainda fugidia ao horizonte das Cincias Sociais. As idias de sociedade informtica ou de aldeia global sublintim a importncia da tecnologia mo derna na organizao da vida dos homens. A descrio da passagem de uma economia de high volume para de high value enfatiza uma mudana atual no campo da economia; j no seria mais a produo em massa que orientaria a estrat gia comercial das grandes empresas, mas a explorao de mercados segmentados customized products.

No entanto toda metfora um relato figurado; o que se ganha em cons cincia perde-se em preciso conceituai. O mundo dificil mente poderia ser realmente entendido como uma aldeia global, e mesmo sabendo que o peso das novas tecnologias considervel na rearticulao da ordem social, no se pode 3.

M McLuhan e B. Shaff, A sociedade informtica, S. York, Vintage Books, Entre os homens que se comunicam nesta aldeia existem tenses, interesses e disputas que os afastam de qualquer ideal comum, construdo apenas pela razo preguiosa. Dizer que as empresas orientam suas pol ticas no sentido de uma produo customized, visando o gosto do cliente, capta evidentemente uma face do que est acontecendo.

Mas sem qualific-la, a afirmao leva fre qentemente a associaes indevidas. Por exemplo, a desmassificao do consumo vista como a realizao da liber dade individual, sinnimo de democracia.

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Por isso as metforas nos do um retrato incompleto e nebuloso do que se est querendo apreender. Seria cmodo atribuir essa impreciso apenas ao tipo de literatura em questo o que em parte verdade.

Os jogos econmicos e ideolgicos, assim como a necessidade de vulgarizao levam a um certo barateamento das anlises. Po rm, existem a meu ver outras causas, talvez mais profundas, que contribuem para tanto. Na verdade, a globalizao um fenmeno emergente, um processo ainda em construo. Mesmo a cincia econmica, disciplina que provavelmente melhor trabalhou o problema, reconhece a novidade do tema. Se entendermos por globalizao da tecnologia e da economia a internacionalizao das trocas, de produtos e de conheci mento, evidentemente no estamos diante de um fato original.

O mesmo pode ser dito quando falamos da multinacionalizao de empresas nacionais que operam em escala interna cional. Por isso os economistas comeam a estabelecer uma distino entre internacionalizao e globalizao. Embora se jam usados muitas vezes como sendo intercambiveis, esses termos no so sinnimos. Internacionalizao se refere sim plesmente ao aumento da extenso geogrfica das atividades econmicas atravs das fronteiras nacionais; isso no um fenmeno novo.

Ela uma forma mais avanada, e complexa, da internacionalizao, implicando um certo. Ele corresponde a um nvel e a uma complexidade da histria econmica, no qual as partes, antes inter-nacionais se fundem agora numa mesma sntese: o mercado mundial.

Para se dar conta do que est ocorrendo necessrio uma reformulao do prprio ponto de vista que orienta o pensamento. As metforas abundam diante da falta de con ceitos. Nos encontramos ainda apegados a um instrumental terico construdo no final do sculo XIX. Classe, indivduo, Estado e desenvolvim ento so noes forjadas no interior de uma entidade nodal, mas cuja crise se agudiza em face das mudanas atuais: a nao. Por isso Octvio lanni dir que muitas vezes no percebemos que o objeto das Cincias So ciais se transformou qualitativa e quantitativamente.

De ma neira implcita ou explcita, as controvrsias [tericas] esto referidas ao indivduo e sociedade, vistos naturalmente em termos de relaes, processos e estruturas nacionais. As di menses globais da realidade social parecem desafiar ainda pouco as cincias sociais. Mesmo a economia e a poltica que se dedicam bastante s relaes internacionais e s con dies multinacionais - continuam a apoiar-se em cnones referidos sociedade nacional.

O padro de mercado, para a economia, continua a ser o nacional. E o padro de sobe rania, para a cincia poltica, continua a ser o de EstadoNao.

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Ver tam bm R. Petrelia, La mondialisation de la technologie et de leconomie", Futuribles, n , septembre 7 O. Janeiro, Civilizao Brasileira, , p. De alguma maneira, a histria das idias nos ajuda a to mar conscincia dessas hesitaes; o prprio conceito de so ciedade global tem um passado revelador. Cunhado por Gurvitch em , ele tem a ambio de compreender os fen menos sociais totais que englobam e ultrapassam os grupos, as classes sociais, e at mesmo os Estados.

A sociedade global seria um macrocosmo dos macrocosmos sociais, possuin do uma originalidade e uma vida prpria. No obstante, sintomaticamente, o macrocosmo gurvitchiano no suficientemente amplo para abarcar o planeta como um todo. Este seria composto por um conjunto de sociedades globais que se tocam, mas, no fundo, se excluem.

Esta vi so a meu ver homloga que vrios historiadores pos suem. Mesmo Braudel, cuja contribuio fundamental para o entendimento da formao do sistema mundial, quando se trata de pensar os tempos atuais, partilha deste ponto de vis ta. Seu livro O mundo atual: histria e civilizaes nos apresenta a Terra como um conjunto de civilizaes geogra ficamente dispersas: Islo, continente negro, Extremo Oriente, Europa, Amrica, etc. Tudo se passa como se cada cultura tivesse um ncleo es pecfico, permanecendo intacto at hoje.

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O mundo seria um mosaico, composto por elementos interligados, mas indepen dentes uns dos outros. Braudel, Las civilizaciones actuales, Mxico, Ed. Tecnos, Um texto que ilustra bem a ambigidade das cincias so ciais em reconhecer o novo objeto o de Talcott Parsons, Ordem e comunidade no sistema social internacional. Par sons parte da seguinte indagao: a ordem internacional for maria um sistema social?

Com o sua prpria definio de sociedade implica a integrao das diversas partes que a com pem , permanece a dvida. Afinal o mesmo grau de coeso no se repetiria em nvel macro? Evidentemente este tipo de pergunta s pode ser colocado conferindo-se um peso relativo prpria idia de soberania. O que Parsons em princpio reconhece: Da mesma maneira que existem gru pos internos, cujos interesses atravessam as linhas nacionais, a idia de uma soberania absoluta dos governos , na melhor das hipteses, uma aproximao da verdade.

Retomando a tradio weberiana, ele sublinha a existncia de uma cultura ocidental partilhada inclusive pelos pases comunistas. O processo de ocidentalizao no conheceria fronteiras.

N o entanto, aps a enumerao de todos esses traos sua concluso hesitan te, dbia: Eu argumentei que, num determinado nvel dos valores, existe um genuno consenso. Mas deveria deixar claro que as implicaes deste consenso encontram-se, no nvel das normas institucionalizadas, da forma mais fragmentria, e que deveramos especific-las melhor, antes que qualquer or dem internacional, moderadamente estvel, possa emergir.

Quando Gurvitch escre via, em , o processo de globalizao no era ainda evi dente.

O pensamento tinha dificuldade em apreender algo que existia pois h uma histria da mundializao , mas no havia se cristalizado. Talcott Parsons, alguns anos depois, e em outro lugar os Estados Unidos desfrutavam inquestio navelmente da posio de potncia mundial , intui a emer gncia de processos sociais no contemplados pela anlise sociolgica.

Mas a hesitao permanece. O objeto no des fruta ainda de pleno direito de cidadania. A extenso territorial, reduzida antes s sociedades nacionais, pode assim se prolongar no interior de um espaco muito mais amplo. O mundo toma-se um supersistema englobando outros sistemas menores, em tamanho e complexidade.

Existe, porm, uma distncia considervel entre uma proposta e sua realizao. A rigor, os estudos sobre o mundo como sistema se iniciam apenas em meados dos anos Neste movimento de reformulao das idias Immanuel Wallerstein ter um papel de destaque.

Seu livro O moderno sistema m undial lana as bases de uma histria sistmica do capitalismo. World-systenf toma-se 12 O texto de M oore tem a meu ver mais um interesse histrico do que propriamente analtico Trata-se de uma proposta, de uma inteno ainda desar ticulada, distante de uma reflexo sistematizada ou de um programa de pesqui sa. Ver TheAm encanJournal o j Sociology, vol 71, n 5, Wallerstein, The modem world-system N.

York, Academ ic Press, Giddens e J. Com o pensar esta realidade mundial a partir da proble mtica cultural? A questo no simples, pois a herana inte lectual tende a ressaltar os aspectos especficos de cada cul tura. Herder, que inaugura uma maneira de pensar, vai consider-la com o a totalidade de um m odo de vida, o es prito de um p o v o.

As sociedades escapariam assim das malhas da histria global, elas seriam anlogas aos organismos vivos, centrados sobre si mesmos. Cultura existi ria apenas no plural, enfoque antagnico viso abrangente do iluminismo.

Apesar das polm icas sobre com o defini-la conceitualmente, esta dimenso pluralista permanece e permeia a tradio antropolgica. Os estudos comparativos realizados no sculo XIX, com o os de Tylor, tentam mostrar com o a mentalidade primitiva difere da d o hom em moderno.

A obra de Frazer tem com o objetivo central revelar as crenas bizar ras de nossos ancestrais. Existe, pois, uma distncia entre as culturas primitivas entre si, e entre elas e os princpios m o dernos.

Provavelm ente, sua p o si o h egem n ica n o cenrio internacional desafia e instiga a im aginao d os intelectuais. So vrios os textos que problem atizam o tema, e em distintas disciplinas. E' Tiryakian acredita que o en sino da Sociologia deveria ser transform ado diante da em ergncia d e um mundo glob alizad o v e r S o cio lo g y s great leap forw ard: the ch allen ge o f internatio nalization, Interna tiona l Sociology, vol.

O clim a outro, por exem plo, na Frana. At m eados dos anos 80 h um relativo silncio sobre o as sunto. Neste m om ento, qu an do Henri Lefeb vre se interessa pela problemtica, ele se choca com a indiferena dos franceses pela m undialidade. Metaill, Herder, Une autre philosophic de Vhistoire, Paris, Aubier, O prprio m todo de observao participante o pressupe.

Com o o observador um estrangeiro, se encontra fora do ambiente que lhe inte ressa captar, ele deve dele se aproximar, fazer-se nativo para apreend-lo de maneira convincente G eertz dir que fazer etnografa com o tentar ler um manuscrito estranho. Decifradores de uma linguagem oculta, os antroplogos j se vem com o estudiosos das diferenas. A categoria cultura lhes permite dar conta desta pluralidade dos m odos de vida e de pensamento.

Evidentemente uma anlise que se abre para o entendi. Voltados para o estudo das sociedades primitivas, ou de segmentos das sociedades modernas, eles conseguiam delimitar um objeto coeso no interior de limites precisos - a tribo, a etnia, a cultura popular negra, etc. Neste contexto, observador e objeto partilham da mesma dimen so, do mesmo tamanho Lvi-Strauss afirma que a Etno logia opera com modelos mecnicos, isto , cujos elementos constitutivos possuem a escala dos fenm enos observados.

A globalizao tambm uma questo de escala, por isso re quer uma estratgia compreensiva distinta. Esta rotao do pensamento se impe, no apenas por causa de exigncias 15 So poucos os antroplogos que tm se interessado pelo processo de mundializao Na maioria das vezes eles resistem ao tema. Urna cultura mundializada corresponde a mudanas de ordem estrutural. Essas transfor maes, que consideraremos mais adiante, constituem a base material sobre a qual se sustenta sua contemporaneidade.

Tomar seriamente a proposta de se pensar o mundo como especificidade implica, pois, deslocar o olhar analtico para um outro patamar. Pode-se, desta forma, integr-lo en quanto elemento constitutivo da reflexo.

No entanto, a preo-, cupao dos antroplogos com as diferenas permanece a meu ver pertinente. Como integr-la a um horizonte que bus ca conferir cultura uma envergadura to ampla?

A dvida s pode ser satisfatoriamente contornada se retomarmos criti camente alguns pontos que avancei anteriormente. Se por um lado o paradigma do world-system faz avanar o pensamento, por outro, ele no deixa de trazer problemas que, ignorados, podem nos levar a impasses.

O primeiro de les a forte inclinao economicista das anlises, pois a histria do sistema mundial se confunde inteiramente com a evoluo do capitalismo. Como a base econmica constitui a unidade pri vilegiada de anlise, as manifestaes polticas e culturais surgem como seu reflexo imediato.

Na verdade, esta maneira de se compreender os fenmenos sociais translada para uma territorialidade mais ampla um raciocnio j conhecido.

A so ciedade seria formada de uma infra-estrutura econmica e de uma superestrutura ideolgica. O material do piso com preenderia e determinaria a parte superior dessa constru o arquitetnica. O esquema explicativo induz necessaria mente ao reducionismo.

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Neste sentido a crtica de Giddens a Wallerstein pertinente: [Suas anlises] conseguem desven cilhar-se de algumas limitaes do pensamento sociolgico mais ortodoxo, principalmente da tendncia enfaticamente definida a enfocar modelos endgenos de mudana social.

Mas sua obra tem suas prprias deficincias. Ele continua a ver um nexo institucional dominante capitalismo como res ponsvel pelas transformaes modernas. A teoria do siste-. Eu diria que as precaues devem ser redobradas quan do nos deparamos com o universo cultural. Sua interao com a dimenso econmica evidente, e no poderia em absoluto ser negada,, no entanto as relaes que se estabele cem esto longe de se acomodar a qualquer tipo de deter minao em ltima instncia.

At mesmo do ponto de vista histrico esta associao parece-me indevida. Se podemos dizer que a construo do capitalismo se inicia no sculo XV, disso no decorre a existncia de uma cultura intrnseca, per manente e comum, s manifestaes que lhe seguem, por exemplo, no sculo XIX.

Seria insensato dizer que a cultura do antigo regime similar modernidade inaugurada pela Revoluo Industrial e poltica dos pases europeus. No por acaso que Braudel compreende a formao do espao da economia-mundo capitalista com o a interao de trs or dens distintas: a civilizao material, a das trocas, e a do capi talismo propriamente dito.

O que me parece sugestivo que sua construo terica confere civilizao material, isto , s estruturas do cotidia no, um ritmo e uma condio diferenciada em relao s tro cas dos mercados regionais e s transaes comerciais de maior envergadura do comrcio internacional. Entre os scu los XV e XVIII a base material da sociedade comporta um n vel lento de mudanas e, por isso, ele pode ser entendido como um tempo de larga durao. A continuidade se preser va devido a uma relativa permanncia da esfera propriamen16 S Giddens, As consequncias da modernidade, S.

Paulo, Ed. Unesp, , p 74 Hbitos alimentares, maneira de se vestir, crenas, enfim, os costumes fazem um contrapeso mobilidade mer cantil, confinada ao dom nio das trocas internacionais. A correlao entre cultura e economia no se faz portanto de ma neira imediata. Isto significa que a histria cultural das socieda des capitalistas no se confunde com as estruturas perma nentes d o capitalismo.

O sculo XIX conhece expresses culturais diferenciadas no seu incio, com o nascimento da so ciedade industrial, e no seu final, com a em ergncia da modernidade urbana e o take o f f da segunda Revoluo In dustrial. E se hoje o tema da ps-m odernidade se im pe porque no mago deste m undo que descrevem os com o sen d o capitalista surgem outras configuraes irredutveis ao processo econm ico. Uma outra premissa, postulada pela anlise, seu carter sistmico.

Fala-se cada v e z mais em sistema-mundo, isto , no conjunto articulado no interior d o qual todos os elem en tos se encontrariam.

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Nas condies modernas, com o conseqncia de uma diferenciao funcional, somen te um sistema societrio pode existir. Sua rede comunicativa se espalha por todo o globo. Ela inclui todas as comunica es humanas. A sociedade m oderna , portanto, uma socie dade mundial no duplo sentido.

Ela vincula um mundo a um sistema, e ela integra todos os horizontes mundiais com o ho rizontes de um nico sistema com unicativo. Ver por exem plo, Olivier Dollfus, Le systme m onde, Vlnformation. Gographique, n9 54, Existe entre diversos autores a idia de se buscar por uma Teoria com maiscula contendo a explicao lti ma deste conjunto dos conjuntos. A um universo nico corresponderia uma Teo ria nica capaz de dar conta de sua complexidade. A identificao do world-system construo.

Pelo contrrio, sustenta-se que a complexidade do sistema se faz por m eio dela. Existiria inclusive uma hie rarquia entre os sistemas, indo dos mais simples aos mais complexos, isto , dos mens aos mais diferenciados. N o en tanto, a diferena preenche um papel simplesmente funcio nal, a parte trabalha para a integridade e a coerncia do todo.

A proposta terica possui certamente qualidades, pois responde a uma gama de perguntas relativas ao desempenho das foras econmicas e polticas do sistema mundial. Ela encerra porm algumas contradies, desvendando-nos seus pontos frgeis. Um primeiro aspecto diz respeito ausncia de atores individualizados. Na m elhor das hipteses, as pes soas so representadas com o fora de trabalho no mercado, ou membros de alguma classe social. N o fundo uma sociedade-sistema prescinde d o indivduo, ela se realiza indepen dente de sua existncia.

O ponto de vista de W allerstein, as sim com o o de Luhman, reedita os inconvenientes das premissas do objetivismo sociolgico caractersticos das teo rias durkheimiana e estai tural ista.

A ao social di ficilmente pode ser pensada dentro deste quadro terico, pois aquele que a executa tem um papel passivo no proces so da interao social. Enfim, o destino de todos estaria de terminado e no apenas contido na estrutura planetria que nos envolve. Um segundo ponto refere-se ao grau de intergrao pressuposto pelo pensamento analtico. Para fun de uma teoria lolal sobretudo comum entre autores americanos. Thompson org. Contendig approa ches to uorUi system analysis, op cit.

Consultar tambm A. Bergesen, From utilitarianism to glolxilogy the shift from the individual to the world as a whole as the primordial unif o f analysis" in Studies o f the modem world-system, N. York, Academic Press, Sobre a polmica objetivismo x subjetivismo na Sociologia ver P.

Bourdieu, Esquisse d une thone de la pratique, Genebra, Droz, A coeso interna deve ser eleva da, sem o que a organicidade sistmica estaria comprometi da. Dentro dessa perspectiva, como fica a problemtica cultu ral? A resposta de Wallerstein ciara: Cultura o sistema-idia desta economia capitalista mundial, a conseqncia de nos sas tentativas, coletivas e histricas, em nos relacionarmos com as contradies, as ambigidades, e a complexidade da realidade scio-poltica desse sistema particular.

No entanto, o esforo analtico confirma sua rigidez anterior. Cultura nada mais do que a esfera ideolgica des te world-system. Os limites epistemolgicos nos impedem de pens-la como mentalidade, como fazem os historiadores, ou universo simblico, como diriam os antroplogos, dei xando de lado uma infinidade de manifestaes, gratuitas ou no, da vida dos homens.

Por isso Wallerstein ir associ-la idia de geopoltica, caracterizando-a como a estrutura na qual o sistema mundial opera. As crticas perspectiva sistmica permitem retomar a problemtica cultural em outro nvel. Minha preocupaojnicial no reforar uma viso economlcsta. H na idia de globalizao uma conotao que nos sugere uma certa unicidade.

Quando falamos de uma economia global, nos re ferimos a uma estrutura nica, subjacente a toda e qualquer economia. Os economistas podem inclusive mensurar a di Wallerstein, Culture as the ideological baltleground o f the modern world-system in M. Featherstone org.

A esfera cultural no pode ser considerada da mesma maneira. Uma cul tura mundializada no implica o aniquilamento das outras manifestaes culturais, ela cohabita e se alimenta delas. Durante as discusses da Segunda Internacional, Kautsky lembrava que o desenvolvim ento das relaes mundiais im punha cada vez mais a necessidade de uma lngua unitria. Com a internacionalizao d o com rcio, a vida dos homens ultrapassava sua com unidade de origem , tornando insufi ciente para os indivduos o conhecim ento dos idiomas nacio nais.

O mundo caminharia assim, p elo menos numa primeira fase evolutiva, para a seleo de algumas lnguas universais rabe, francs, ingls, espanhol e russo cobrindo determi nadas reas geogrficas. Mas o carter especulativo e internacionalista d o pensam ento de Kautsky, qu e se contrape aos defensores da experincia nacional, vai mais longe. Utopicamente ele imagina um futuro no qual estaria preparado o terreno para um retrocesso gradual, e posterior desapare cimento das lnguas nacionais mais pequenas, num primeiro momento, culm inando com a unificao de toda a humani dade civilizada, numa s lngua e numa s nacionalidade.

Mesm o a anlise de alguns lingistas atuais deixa muitas vezes subentendida a possibilidade d o desapareci mento das lnguas, locais e nacionais, diante da progresso de um idioma mundial. A crtica ao im perialism o d o ingls se faz muitas vezes nesses termos. Evidentemente 23 K. Kautsky, "Nacionalidade y internacionalidade" in La segunda inter. Ver R. Seria inconseqente imaginar que a imposio de uma ln gua se faz revelia das relaes de fora.

Como no passado, o rabe no mundo islmico, o latim no Imprio Romano, o poder cumpre um papel central na sua difuso. Entretanto, disso no decorre necessariamente uma uni formidade lingstica.

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Para existir enquanto lngua mundial o ingls deve se nativizar, adaptando-se aos padres das cultu ras especficas. Ao lado do ingls britnico e americano, co-habitam as variedades da ndia, Gana, Filipinas, etc. Mas possvel ir alm desta constatao, vlida unicamente para os pases nos quais o ingls se apresenta como segunda lngua. Na verdade, sua abrangncia ultrapassa as fronteiras dos po vos anglofnicos.

Ele penetra domnios distintos - informtica, trfego areo, coloquios cientficos, intercmbio entre multina cionais - para se transformar na lngua oficial ds relaes in ternacionais. Isto no implica, no entanto, o declnio de outros idiomas. Ele engloba todos os usos de carter extranacional, mas apenas esses usos. O desenvolvimento de um espao transglssi co no abole a funo veicular das lnguas locais, ele a setoriza.

Kachru, Institutionalized secondlanguage" in S. Greenhaum o rg , The english language today, Oxford, Pergamon Press, O mundialismo no se identifica pois uniformidade.

Uma lngua no existe apenas como estrutura, objetivamente trans cendente ao sujeito falante, necessrio contextualizar o seu uso.

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Retomando meu raciocnio anterior, creio ser interessan te neste ponto distinguir entre os termos global e mun dial. Empregarei o primeiro quando me referir a processos econmicos e tecnolgicos, mas reservarei a idia de mundializao ao domnio especfico da cultura. A categoria mundo encontra-se assim articulada a duas dimenses. Por isso, prefi ro dizer que o ingls uma lngua mundial. SuaJtransversalidade revela e exprime a globalizao da vida moderna; sua mundialidade preserva os outros idiomas no interior deste espao transglssico.

Um outro problema que vinha discutindo diz respeito ao grau de integrao dos sistemas. A pergunta que se pode fa zer a seguinte: o mundo realmente sistmico? Mesmo os economistas tm algumas dvidas sobre esse fato, pois o Quarto Mundo mas no o Terceiro se integra mal ao mercado mundial. O fundamentalismo islmico pode ser compreendido com o uma recusa da modernidade, um rechao aos valores do Ociden Fishman, R L Cooper, A.

Conrad org , The spread o f english, Rowley Mass. Ver S. Amin, Le monde est-ii un march? Le systme mondial peut-il tre rduit un march mondial'1, Actuei Marx, nQ9, Para o Islo, Deus est vivo, no no sentido de uma crena individual, mas de uma coletivida de que se organiza segundo princpios religiosos.

Viso de mundo na qual se enrazam a relao entre Estado e religio, e uma tica distante da racionalidade moderna. No quero com isso negar a organicidade das relaes globalizadas.

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Se ria contradizer minha hiptese inicial. Mas h uma diferena em se conceber a sociedade com o interao de foras diver sas, e pens-la de maneira sistmica no me refiro idia de sistema quando utilizada de maneira descritiva, sugerindo com isso um ordenamento das coisas. Seria mais convincente com preender a mundializao como processo e totalidade.

Processo que se reproduz e se desfaz incessantemente com o toda sociedade no contexto das disputas e das aspiraes divididas pelos atores sociais. Mas que se reveste, no caso que nos interessa, de uma di menso abrangente, englobando outras formas de organiza o social: comunidades, etnias e naes. A totalidade penetra as partes no seu mago, redefinindo-as nas suas especifi cidades.

Neste sentido seria imprprio falar de uma culturamundo, cujo nvel hierrquico se situaria fora e acima das culturas nacionais ou locais.

Raciocinar desta maneira seria estabelecer relaes dicotmicas entre os diversos patamares uma cultura-mundo interagindo com esferas autonomi zadas, local ou nacional , prom ovendo a razo dualista em escala planetria oposio entre cultura estrangeira x autc tone, Norte X Sul.

O processo de mundializao um fen meno social total que permeia o conjunto das manifestaes culturais. Para existir, ele deve se localizar, enraizar-se nas prticas cotidianas dos homens, sem o que seria uma expres29 Consultar M.

Johnson Mass culture and Islamic populism in G. Stauth, S. Zubaida, Mass culture, popular culture and social life in the middle east, Boulder, Co-Westview, Com a emergncia de uma sociedade globalizada, a totalidade cultural remodela portan to, sem a necessidade de raciocinarmos em termos sist micos, a situao na qual se encontravam as mltiplas par ticularidades.

Pensar a mundializao com o totalidade nos permite aproxim-la noo de civilizao, tal com o a entendia Mareei Mauss: conjunto extranacional de fenmenos sociais especficos e comuns a vrias sociedades. Historicamen te uma civilizao se estendia para alm dos limites dos po vos, mas se confinava a uma rea geogrfica determinada. Uma cultura mundializada corresponde a uma civilizao cuja territorialidade se globalizou. Isto no significa, porm, qFo trao comum seja sinnimo de hom ogeneidade.

Subli nho este aspecto porque o debate cultural muitas vezes iden tifica, de maneira imprpria, essas duas dimenses. Desde sua origem, a discusso sobre cultura de massa debate-se com o dilema da uniformizao das conscincias.

O tema se repe no contexto da difuso tecnolgica. Para muitos, a aldeia glo bal consagraria uma hom ogeneizao dos hbitos e do pen samento. As tecnologias de comunicao, ao aproximarem as pessoas, tomaria o mundo cada vez mais pequeno e idn tico.

Um exemplo, o diagnstico de Theodore Levitt sobre a globalizao dos mercados. Jacobs org. Culturef o r millions: mass media in modem society, Boston, Beacon Press, Levitt, op. Cincia,] tecnologia e consumo so vetores importantes no processo de formao de uma sociedade globalizada. H de fato uma estandardizao de diferentes domnios da vida moderna. Isso se deve em boa medida ao industrialismo que penetra a prpria esfera cultural.

A fabricao industrial da cultura fil mes, sries de televiso, etc. Mas o que eles entendiam por isso: os modelos, as normas estruturantes das relaes sociais. O comportamento individual se vincula sempre a este fundo partilhado por todos. Uma sociedade um conjunto de subgrupos cujos modos particulares se dis tinguem no interior de um m odelo comum.

Mas em nenhum momento, na anlise das sociedades primitivas, fala-se de estandardizao da cultura no faria sentido descrever a vida dos aborgines das ilhas de Trobriand utilizando a categoria padronizao. E apenas na discusso das sociedades modernas que pattem se identifica a Standard, significando com isso uma hom ogeneizao dos costumes. Esta associa o tornou-se natural porque o processo cultural nessas so ciedades encerra um grau elevado de autonomia e de in dustrialismo.

Autonomia que se cristaliza no seio de instncias especializadas indstria cultural, por exem plo separadas de outros setores da vida social. A racionalidade do mundo mo derno distingue as diferentes esferas constitutivas da socieda de.

No entanto, numa dessas esferas, que se torna preponde rante dentro de uma sociedade de consumo, o processo de padronizao se instaura com fora. So portanto palavras distintas que se referem a domnios diferenciados. Em portugus padro e padronizao possuem a mesma raiz, confundindo as dimenses que estou procurando ressaltar. No entanto, este trao fundamental das sociedades contemporneas no nos deve fazer confundir as coisas.

Quando W eber fala da racionalizao da msica ocidental, ele tem em mente a formao de um padro cultu ral no sentido que os antroplogos atribuem ao conceito. En tretanto, dificilmente poderamos assimilar este padro idia de estandardizao. Mesmo Adorno, que insiste sobre a unidimensionalidade da cultura, quando estuda a msica po pular toma o universo erudito com o uma referncia que se contrape serializao da indstria cultural.

Retomar o conceito de civilizao recoloca o debate de outra forma. No h uma oposio conceituai entre o comum e o diverso. Os historiadores nos mostram, por exemplo, que a civilizao muulmana somente se realiza na sua diversida de. A crena no Alcoro e sua exegese pela hierocracia reli giosa atuam com o cimento unitrio da cultura islmica de v rios povos.

Porm, no seio deste espao amplo, a diversidade permanece enquanto a atualizao dos grupos e dos interes ses que se confrontam separao entre xiismo e sunismo, lutas entre faces polticas, enfrentamento do islamismo com a religiosidade mgica das classes populares, etc. Uma civilizao prom ove um padro cultural sem com isso im plicar a uniformizao de todos. Uma cultura mundializada secreta tambm um pattern, que eu qualificaria de modernidade-mundo.

Sua amplitude envolve certamente outras ma nifestaes, mas, o que mais importante, ela possui uma especificidade, fundando uma nova maneira de estar no mundo, estabelecendo novos valores e legitimaes. Adorno, "Sobre a msica popular in G. Cohn org. Paulo, tica, Mas marenoc é porque eu só canto o que eu gosto, o que eu desrinos.

Katy Perry ft Kanye West — E. Se você tivesse luzi definir o Luiz Marenco, ele é tradicionalista, nativista ou campeiro? Marencl — Luiz Marenco. Em eu fui para Porto Alegre e falei que eu iria cantar. Tu sabe que quando eu tive convivência o universo do luizz as coisas foram acontecendo, eu jamais imaginaria que estaria em um palco cantando. Esta entrada mafenco publicada em Uncategorized. E se ele comprar a pilcha, mês que vem ele come o quê?

Pubblica immagini fotografiche dal vivo concesse in utilizzo da fotografi dei quali viene riportato il copyright. Mas tu acha que todo mundo é burro? Liiz fiz a minha, eles fizeram a deles. Eu sou um cantor cantando a minha gente. Um dia apresentaram para ele um disco e ele começou a ouvir.